sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Último.

Oi mamães e papais.
Tudo bem?
Vim aqui desejar feliz natal e próspero ano novo e que este é o último post desse blog.
Eu tentei ser blogueira, talvez pelos motivos errados.  Eu pensei que em algum tempo eu conseguiria fazer parcerias e ganharia dinheiro e então poderia deixar meu emprego e virar mãe em tempo integral. E queria ser mãe em tempo integral. Mas precisaria conseguir dinheiro se algum modo.
Talvez seja o motivo errado, mas acho que nove entre dez blogueiras só estão nesse negócio pelo dinheiro e não para imprimir opinião sincera sobre nada.
Blogueiras não falam de política, não expõe sua religião, não procuram falar de desastres naturais (ignoraram completamente a tragédia em Mariana este ano) e, sempre que possível colocam fotos lindas em lugares fantásticos onde elas amam visitar mas jamais morariam, mesmo que sempre façam questão de dizer que as leis brasileiras são retrógradas e os impostos altos (mas blogueiras não dependem de espaço físico para "produzir conteúdo", não é?  Então tanto faz morar no terrível Brasil ou no paradisíaco Hawaii).
Por que elas não abandonam esse "caos" e vão viver num país "civilizado"????
A resposta é : dinheiro.
Eu também quis ganhar dinheiro, mas há coisas que você vê e ouve que realmente me fazem pensar se vale a pena.
Enfim, ganhei a cruel visao de que toda blogueira é apenas um produto. Não importa quão feminista ela diz ser, ela sempre vai te contar de onde é o look do dia, qual esmalte e batom está usando. Fazem isso para manter parceiros comerciais, fazem propaganda usando a si mesmas para serem mais convincentes e venderem mais e mais produtos. É assim que lucram.  E não tem nada errado em lucrar. Errado é criticar a coleguinha por não querer fazer igual. Por ter opinião diferente e não querer usar sua imagem pra vender qualquer coisa. E não importa o que elas digam, atente-se ao que elas fazem. Aos vídeos que produzem, aos posts que escrevem.
Sim, estou chateada.
Hoje uma blogueira famosa que eu amava mostrou que não é tão legal como a vemos nos vídeos e fotos. Ela me condenou no instagram  porque fiz uma simples pergunta. Acho que ela entrou no meu insta e viu que está escrito "cristã" e resolveu que eu sou uma tapada, ignorante e subestimada dona de casa. Mal sabe ela que a cristã aqui gerencia um dos maiores projetos do governo federal em atividade na Internet hoje. Sim, eu sou foda e não, eu não estou me gabando. Estou dizendo que as pessoas que se acham legais por serem a favor da liberação das drogas, aborto, casamento gay e voto nulo nunca pensam que as outras pessoas que são contra tudo isso também podem ser legais. E que não é porque eu creio em Jesus e sigo seus ensinamentos que eu sou capiau e analfabeta.
Eu sou legal. E sou cristã. E não consigo fingir que sou algo que não sou só pra vender livros.
Então, a mensagem de natal é  a seguinte: eu não sou blogueira.
Oi, eu sou a Mari. Nunca comi peixe. Sou casada há 12 anos com um advogado (eu sigo e respeito as Leis brasileiras. Até porque tem um lugar bem ruim pra quem não respeita as leis e não é o inferno: é a cadeia)
Tenho duas filhas. Trabalho pro Governo Federal. E sou cristã.
Tem horas que eu sou um porre. Tem horas que eu sou super. Tem horas que estou com sono e  eu não gosto de criticas. Mas na maioria das vezes eu só quero ser eu. Sem que alguém venha me julgar e condenar porque eu declaro em alto e bom tom que SOU CRISTÃ! (Sinceramente isso não devia ser um problema).
Mas enfim. Era isso que eu queria dizer.
Agora eu vou ali viver minha vida.
Feliz ano novo.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Primeiros passos

Festejar o primeiro ano de um filho é incrível. É como ganhar uma grande corrida, uma copa do mundo. E não estou exagerando,  não.  Num mundo cheio de dengue, Zika e outros males cada dia mais comuns, chegar ao primeiro ano de vida é sim uma conquista.
E pros pais é aquele momento em que você ainda sente a gravidez, a amamentação e os primeiros dias do bebê e você pensa "nossa, como o tempo passa rápido!"
E passou rápido. 
E ontem eu me senti tão feliz por comemorar o primeiro ano da Nina e a primeira formatura da Malu.
Eu realmente me senti realizada.
Então hoje, sem a menor cerimônia, Helena levantou e deu dois passinhos.
Não posso dizer que ela está andando, mas deu dois passinhos sozinha e aquilo foi tão maravilhoso, tão incrível, tão mágico!
Agradeço a Deus por ter esse milagre na minha vida. Todos os dias. Tão perto. Tão grandioso milagre da Vida.
Minhas filhas estão crescendo. E eu estou ficando emotiva.
E absolutamente realizada.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Nina.

Hoje minha Cerejinha completa se primeiro aninho. O primeiro de muitos. E meu desejo de mãe é que em toda sua vida tenha saúde e muitos amigos.
E fé em Deus, pois somente Ele pode dar os outros dois.
Feliz aniversário, meu amor.
Te amo daqui até a lua. Ida e volta.

domingo, 6 de dezembro de 2015

A semana

Malu machucou a perna. Normal, ela é criança.  Só que o machucadinho foi virando machucadão e a ferida não cicatrizava.  E vocês sabem que eu sou uma mãe mega tranquila #SQN então tratei de levar minha princesa a emergência do hospital e eis que o machucadinho virou machucadão por que Malu contraiu uma bactéria que não só não deixou a ferida cicatrizar como também espalhou - se para outras partes do corpo, como nariz e costas.
Mas, apesar do susto, ela está medicada e agora estamos mais tranquilos.
Agora é esperar que a bactéria morra e a pele se regenere normalmente.
Não vou mostrar foto, mas acreditem, a coisa ficou feia.
Se virem algo diferente nas suas crianças, não demorem a procurar um médico.  Imaginem se nós não levássemos Malu ao medico, até onde essa bactéria poderia chegar?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Comendo fora

Coisa mais difícil do mundo é fazer uma refeição tranquila com as crianças.
Fica pior quando essa refeição é fora de casa.
E fica mais complicado quando o lugar é chique.
Não,  eu não tenho filhas encapetadas. Tenho crianças saudáveis e curiosas que ainda não assinaram contrato social com ninguém.
Aliás,  contrato social é simplesmente o ato de você se conter. Demonstra que você é "bem educado".
Voltemos ao restaurante.
Se a Malu estiver num local todo decorado, ela vai querer por a mão em tudo. Natural, eu também quero, só não faço por que o contrato social diz que não é educado.
Mas ela não assinou contrato social, lembra? Então ela demonstra claramente seu encanto pela beleza do lugar, quer pegar, quer ir ao banheiro,  à cozinha, quer falar com os garçons e outros clientes.
Já a Nina é muito pequena ainda pra se levantar e explorar, mas ela fica empolgada e dá gritinhos. E, nem todo mundo acha fofo.
A gente não descobriu ainda uma forma de fazer as meninas de comportarem, mas também não evitamos lugar nenhum.  Vou a restaurante, cinema, shopping, tudo numa boa.
Claro que já paguei micos enormes, já morri de vergonha e até de raiva (quando Malu derrubou coca-cola na minha calça branca porque não atendeu meu pedido de segurar o refrigerante com as duas mãos, ou quando limpou o dedo sujo de catchup na minha saia e parecia que meu absorvente tinha vazado), mas nunca me privei de ir aos lugares por estar com duas crianças.
A regra é simples: caso elas extrapolem ao ponto de incomodar as pessoas, nós pedimos a conta, nos levantamos e vamos embora.
Até porque, se queremos ser respeitados temos que respeitar.
Mas se elas estão se divertindo e as pessoas ao redor não demonstram incômodo, não vejo porque sair.
Criança e criança.  E os restaurantes hoje em dia já estão dispondo de locais e pessoal especializado só para entrete-las.
Então é isso.
A dica de hoje é : vá ao lugares que quiser  com seus pequenos e divirtam -se!