domingo, 30 de agosto de 2015

Bichinho de estimação

Sempre tive cachorrinhos ou gatinhos. Algumas vezes tive os dois ao mesmo tempo. Mas eu sempre morei em casa e minha mãe sempre foi "do lar", ou seja, eles sempre tinham alguém para alimentá-los e levá-los para passear.
Então quando Malu me pediu um bichinho de estimação eu naturalmente respondi que quando tivermos uma casa ela terá o bichinho que quiser.
Lógico que ela não engoliu a desculpa e continuou pedindo.
Pra um cachorrinho, ora um gatinho.
Eu conheço um bocado de gente que tem bichinho e mora em apartamento, mas eu penso nas horas que o pequeno ficaria sozinho enquanto elas estão na escola e nós no trabalho. E eu morro de pena.
Mas é claro que morro de pena da Malu, que tem tanto amor pra dar e nenhum bichinho...
Então, eu pergunto a vocês: o que fazer?
Me dêem dicas, caso tenham animais de estimação e me contem como foi para seus pequenos ter alguém pra cuidar.
Bjs.

domingo, 23 de agosto de 2015

E quando é a mamãe que fica dodói?

Essa semana foi terrível pra mim. Já na segunda feira não me sentia muito bem. Achei até que virá una gripe, mas não veio. No final da tarde de terça comecei a sentir ardência ao urinar. Pronto. Era uma infecção urinária chegando, e pela cara dela, vinha forte.
Mande whatsapp pro meu médico e ele indicou um remédio pra dor (pra aliviar emergencialmente) e muita água. E pra ir ao consultório na quinta, porque na quarta ele atende em outra cidade.
Quase não dormi direito, mas mesmo assim fui trabalhar na quarta.
Estava naquelas de ir ao banheiro a cada dois minutos e não conseguir fazer mais que duas gotas de xixi. Lá pelas 11h eu me sentia melhor. Comi uma salada, bebi água e pensei "acho que vai passar"
Só que não.
A noite foi um inferno. Dor. Dor. Dor. realmente eu precisava de um médico, mas com quem deixaria as Marias naquele horário? Meus pais não moram perto e eu não tenho aqueles super amigos que cuidam dos nossos filhos quando temos uma emergência.
Tinha que suportar até amanhecer.
E lá fui eu pro trabalho denovo, com planos de, naquela tarde ir ao médico.
Novamente de manhã foi tudo bem, sem dor, mesmo fazendo pouco xixi. Aliás eu estava tomando aquele remédio pra dor. Mas acho que o efeito do bendito só durava até as 17h, porque depois disso voltava tudo denovo.
Entre o desespero da infecção, o medo dela avançar e a necessidade de alguém pra cuidar das minhas filhas , eu acabei escolhendo denovo, ficar com elas. Eu estava sempre em contato com meu médico e seguindo as orientações dele. Eu devia ter ido até lá, mas não conseguia dar dois passos e precisava correr pro banheiro. Ele disse que quando eu me sentisse melhor, fosse a um PS.
Só que na sexta eu não consegui levantar da cama.
A coisa foi tão forte que nem Malu foi pra escola. Ela queria ficar com a mamãe "pra ajudar".
Então tomei o remédio pra dor (senão não suportaria a viagem até o hospital e a espera pelo atendimento) e fui.
O desespero foi tanto que esquecemos a bolsa de fraldas da Nina em cima da mesa e só nos demos conta quando ela fez coco perto do hospital. Por sorte tinha farmácia e meu marido correu comprar fraldas e lenço umedecido.
Graças a Deus lá foi super rápido. Em 2 minutos preencheram minha ficha e em menos de 10 minutos eu estava sendo atendida pela doutora Maria Alice. Super atenciosa ela me prescreveu um antibiótico, água e repouso.
Ali mesmo fiz o exame de urina (depois da consulta) e o resultado foi uma bactéria chamada E.Coli.
Medicada e menos apavorada, voltei pra casa e, pela primeira vez na semana eu dormi bem.
Sei que devia ter ido ao medico de cara, mas realmente as meninas foram a minha principal preocupação. Principalmente a Nina que está gripada. Morro de medo de estar receptiva a pegar outros vírus (e vamos combinar que em hospital tem de tudo).
Pela primeira vez me senti absolutamente sozinha. Eu passei a quarentena com meu esposo e a Malú. Ninguém veio nos ajudar (e naquela época eu fiquei muito magoada com minha mãe por não vir ficar comigo), mas essa semana eu me senti mesmo sozinha no mundo.
Eu não posso ficar doente.
Simplesmente não posso, porque não tenho com quem deixar as meninas. E elas precisam de mim.
E é muito triste perceber que, mesmo você conhecendo centenas de pessoas, não tem ninguém que você sabe que cuidará dos seus filhos em caso de urgência.
Triste mesmo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O dentista

Levamos Malu a dentista na terça. Ela que, dias antes estava toda empolgada, na hora h queria desistir. Ficou apavorada com a idéia de ter que arrancar os dentinhos moles.
Acontece que mesmo sem ter pedido os dentes de leite, dois outros estão apontando. Eu fiquei mega preocupada com isso e busquei ajuda de uma profissional. Até mesmo pensei na possibilidade de extração, mas Graças a Deus não precisou nada disso.
A dentista foi um amor, explicou que é natural os dentinhos apontarem antes do outro cair e que não precisamos nos apavorar. Também recomendou que não tentássemos puxar o molenga, deixemos a natureza agir.
Voltamos mais tranquilas e seguras.
Agora é esperar tudo acontecer com naturalidade.
Ah, a Malú deu até depoimento no snapchat. Nos adiciona lá pra acompanhar nosso "snap-vlogs-diarios": maedemeninas

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Troca de dentição

Malu me aparece toda feliz com o dedo na boca, mostrando o gente mole.
- Olha, mamãe, será que eu posso arrancar?
Um misto de empolgacao e medo toma conta de mim... arrancar???? NAAAAAAOOOOO!!!
Lá vou eu buscar no google informações sobre "o que fazer quando o primeiro dente d e leite cai"
Primeiro acho que a  coisa mais importante que eu descobri foi o que não fazer. Não puxar, arrancar ou forçar que o dente caia.
Mas o dentinho tá todo mole... e se resolve soltar da raiz no meio da noite e ela engole dormindo?
Sim.... ser mãe é sofrer um pouco com auto terrorismo.
Liguei pra minha mãe (o que não foi boa idéia) e ela foi logo dizendo com a maior tranquilidade do mundo: amarra uma linha no dente e prende na maçaneta.... Oiiiii????
Eu me lembro do meu pai fazendo esse "truque" com a gente e, sinceramente, não guardo Boas lembranças dos meus dentes sendo arena caos e sangue escorrendo pela boca. Não vou fazer isso com minha princesinha.
Volto ao Google e encontro uma matéria bastante útil e me sinto mais tranquila, no site Minha Vida.
O dente ainda não caiu, decidi não mexer, somente observar a medida que ele se torna mais soltinho. Afinal,  natureza sabe a hora certa de cada coisa. Eu só preciso estar ali para evitar que acidentes aconteçam

Se tiverem dicas de como passar por essa fase com tranquilidade, comentem aí.

Bjos.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Virose

Tenho horror a essa palavra. Virose. E como se não dissessem nada, como se guardassem um segredo secretissimo. E você fica lá, sem saber o que fazer. A dor do filho é a sua dor. O medo, o desespero. E o médico ali, apático, distante de qualquer emoção lhe diz apenas que seu anjo tem uma virose.
Malu ficou mal essa semana. Vomitava tudo o que punha para dentro... até mesmo água.
E diarréia. A pobrezinha ficou tão mal que só queria ficar deitada, mas não conseguia dormir.
Hospital. Espera. Espera. Espera. Consulta. Exame clínico. Olha aqui, ouve ali...  Virose. O médico a mandou tomar soro pra reidratar e deu dramim pra parar o vômito.
Passamos metade do dia no hospital e voltamos pra casa com esse "diagnóstico".
Nada de remédio. Só tylenol "se dor ou febre".
Ela dormiu a tarde toda e quando acordou pediu por comida. Fiz sopa, levianha e quentinha. E ela vomitou tudo de novo.
Voltamos pro hospital. Agora uma médica. Nem esperamos muito e lá vem ela dizer que "se não teve febre, tudo bem"
Gente, como assim "tudo bem"???
Eu sempre achei que "virose" é diagnóstico de preguiçoso. Nunca ninguém fez exame de sangue, fezes ou urina pra me provar que minha filha tem virose. E vamos combinar que tanto faz ela estar vomitando ou estar tossindo. Virose serve pra tudo hoje em dia.
Hoje Malu amanheceu melhor. Comeu e não vomitou. Esta coradinha. Curou da virose ou de qualquer outra coisa que tinha.
Meu receio é sempre de que a tal virose não seja só uma virose.
Vocês acham que eu sou exagerada???

domingo, 9 de agosto de 2015

Dica de mãe

Oi gente!
Vocês conhecem o AliExpress?
É um site de compras chinês, como o ebay ou mercado livre, onde você encontra todo tipo de mercadoria, roupas, calçados, itens para o lar e até eletrônicos e automotivos, tudo num único site.
Você pesquisa pelo nome do produto em português e escolhe o melhor vendedor (classificado com medalhas e jóias) e forma de envio (podendo até ser gratuito).
Os valores são em dólar, mas há opção de mudar a moeda e ele faz a conversão.
Eles aceitam cartões de crédito e boleto bancário.
Muito legal né?
A única coisa ruim é que demora pra chegar em casa e você pode ser taxada pela receita federal.
Mas o mais legal é que tem roupas pra bebês e crianças também.
Esse post não é publi (quem me dera). É só.uma dica de mãe pra mãe.
Bjs.

domingo, 2 de agosto de 2015

O tempo é curto

Nina começou a engatinhar de verdade, com os joelhinhos no chão. É rápida. Uma graça. Mas a pressa é inimiga da perfeição e, não raro, ela bate numa cadeira ou escorrega.
Eu encontrei fotos de quando ela nasceu e olhando para elas tive a sensação de que fazia tanto tempo... mas foi em dezembro de 2014. Foi apenas há 7 meses e meio. Não é tanto tempo assim. Mas tanta coisa mudou. Ela senta, engatinha, come papa, biscoito, bebe suco e até tem dentes!!
É tanta coisa em tão pouco tempo que eu fico admirada.
Malu, nesse mesmo período, virou uma adolescente. Rebelde e sedenta por independência, ela tem tido seus momentos de grande diva do teatro, deixando a mim e ao pai irritados de vez em sempre. E parece que não adianta falar. Ela insiste que o jeito dela e o certo e pronto
Claro que nem eu, nem meu esposo caímos na lábia dela, e exatamente nesse ponto a gente se estressa.
No fundo sabemos que não há necessidade disso. Que é só uma fase onde o ciumes da irmã caçula finalmente reina, afinal ela deixou de ser aquela recém nascida que não fazia praticamente nada e se tornou um menina que faz as pessoas rirem, dão colo e fazem graça, portanto Malu se sente deixada de lado. E não adianta dizer pra visita: olha a Malú aprendeu mais uma palavra em inglês. O que todo mundo quer é brincar com a bebê.
Eu compreendo minha primogênita.
Também fui trocada por uma bebê nova aos 5 anos de idade e, assim como ela eu me sentia na obrigação de demonstrar que eu existia.
Só que naquele época eu chamava a atenção fazendo desenhos e tentando agradar. Malu chama a atenção "divando"... e vamos combinar que tem que ter um saco de paciência pra não se irritar com criança que quer se fazer se adulta: "eu sei como fazer isso, não preciso de ajuda" (e lá se vai mais um copo pro chã).
Enfim, eu só queria que ela entendesse que não deixamos de amá-la e que todas as coisas que ela faz nos chama a atenção.
Mas eu sei que é só uma fase e vai passar.
Assim como a pequena Nina vai deixar de ser um bebê que engatinha e se tornar uma menininha logo, logo.
Porque o tempo não pára.