terça-feira, 28 de julho de 2015

Instinto materno existe?

primeiramente, me desculpem. prometi post toda segunda feira e ontem já falhei. Mas ao mesmo tempo o problema que me impediu de postar ontem vai ser nosso bate-papo de hoje.
Helena está com 7 meses e desde o primeiro dia mostrou-se calma. Quase não chora e, quando chora é ou porque está com fome ou com fralda suja. Normalmente ela avisa antes de chorar.
Por isso quando começou a espremer os olhinhos e grunhir no sábado eu fiquei em desespero.
Nina estava tendo, pela primeira vez na vida, uma cólica. E não foi uma cólica comum. Ela realmente suportou o quanto pode da dor, até não aguentar mais.
No desespero de querer ajudá-lá (com massagens , banho quentinho e até medicação) eu telefonei pro pediatra que nos recomendou ir urgentemente para um hospital, porque nossa pequena necessitaria de uma lavagem intestinal.
Malu sempre teve intestino preso e, lamentavelmente precisou desse procedimento mais de uma vez, mas nunca antes de 3 anos de idade. Por isso a recomendação foi questionada e descartada.
Sim, eu pedi ajuda para o pediatra e não segui a orientação dele. Meu coração de mãe sabia que aquilo seria ainda pior pra minha filha do que o que ela já estava passando.
Eu e meu esposo fizemos mais massagens e mais banhos até que, minutos depois, ela conseguiu evacuar.
Malu ficou absurdamente consternada com a situação da irmazinha e chorou copiosamente, então nós dividimos entre consolar a mais velha e acalentar a mais nova. No final deu tudo certo.
Mas a questão que trago hoje para vocês é justamente essa: mesmo sendo um renomado e concorrido médico, eu não quis seguir a orientação dele. Não quis. Meu coração de mãe me dizia para não levá-la a um hospital  Logicamente fui inconsequente, e se algo pior acontecesse eu seria absolutamente responsável. Mas achei muito radical levar um bebê a um procedimento assim.
Vocês já fizeram algo assim? Agir contra a orientação do médico para seguir seu instinto materno? Me contem como foi.
beijos procêis.

terça-feira, 14 de julho de 2015

dentinhos

Nina completou 7 meses no último dia 12 e está toda prosa. Já consegue pegar objetos que estão longe, quase fica de joelhos, na posição de engatinhar (na verdade levanta o bumbum, mas não sabe empurrar) e... Os primeiros dentinhos apontaram!!
É tudo tão fofo e mágico que é como se fosse a primeira vez que passamos por isso. Na verdade está sendo bem diferente da Malu (e mais precoce), acho que por isso nossa empolgação.
Enfim, como vai indo o desenvolvimento do seu bebê? Me conta aí.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Independência

Nina começou a fazer movimentos de minhoquinha. Deitada de bruços, ela dobra os joelhos e empurra o corpo. Ainda não consegue sustentar-se sobre os joelhos, mas já consegue se arrastar.
Dia 12 ela completa 7 meses.
Eu acho uma belezinha como ela se esforça pra ser independente. Ontem ela fez de tudo pra ficar de pé com apoio do rack. Se pendura segurando o puxador, mas claro que ainda não consegue se firmar.
É tão bonito ver uma criança evoluindo.
Dá uma sensação boa de que o mundo ainda pode ser um lugar bonito pra se viver.

Me fale como vão indo seus bebês!

Bjs.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

educação religiosa

Eu assisto pouco a TV aberta. Mas tenho notado como o nome de Deus parece se tornar palavra proibida nos canais da globo. Frases como "o universo conspira" ou "forças do destino" são repetidos em diversos programas. E eu pergunto: o que tem de errado com Deus?
Você pode ser a favor do casamento gay, a favor da liberação das drogas e a favor do aborto, mas se você é cristão, você é defensor de tudo de "ruim" que tem no universo.
O que tem de ruim em ser cristão?
Amar ao próximo.
Ir à missa.
Tolerar as diferenças.
Pregar o desapego.
Defender a castidade (a nossa não a dos outros)
Defender o casamento e a família.
Parece de verdade que somos um povo ruim?
Eu acho que a violência cresce a medida que a pessoa não é ensinada nos caminhos de Deus. Quem lê a biblia e a compreende sabe que Jesus pregou o amor ao próximo e em momento algum defendeu religiões. Ele defendia o amor. Portanto, religiosos intolerantes e protestos agressivos não são coisa de cristão. Não são bons aos olhos do Pai. E eu os condeno. O problema é que a mídia faz parecer que todo mundo que segue Jesus Cristo tem esse lado xiita agressivo e eu vejo que estamos a beira de um apartheid. De um lado os gays, os comunistas e a mídia. Do outro, os vilões, digo, os cristãos.
Seremos segregados por nossa fé. Correndo o risco de sermos agredidos, como em outros países, em nome de... de que mesmo???
E sou católica. Minhas filhas estão recebendo educação cristã. E, assim como as pessoas defendem suas teses, crenças e tem liberdade de se expressar eu vou defender com unhas e dentes a minha Fé.
E que ninguém venha me rotular ou discriminar achando que "defende a liberdade", porque a liberdade é direito de todos. Minha, também.