sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Último.

Oi mamães e papais.
Tudo bem?
Vim aqui desejar feliz natal e próspero ano novo e que este é o último post desse blog.
Eu tentei ser blogueira, talvez pelos motivos errados.  Eu pensei que em algum tempo eu conseguiria fazer parcerias e ganharia dinheiro e então poderia deixar meu emprego e virar mãe em tempo integral. E queria ser mãe em tempo integral. Mas precisaria conseguir dinheiro se algum modo.
Talvez seja o motivo errado, mas acho que nove entre dez blogueiras só estão nesse negócio pelo dinheiro e não para imprimir opinião sincera sobre nada.
Blogueiras não falam de política, não expõe sua religião, não procuram falar de desastres naturais (ignoraram completamente a tragédia em Mariana este ano) e, sempre que possível colocam fotos lindas em lugares fantásticos onde elas amam visitar mas jamais morariam, mesmo que sempre façam questão de dizer que as leis brasileiras são retrógradas e os impostos altos (mas blogueiras não dependem de espaço físico para "produzir conteúdo", não é?  Então tanto faz morar no terrível Brasil ou no paradisíaco Hawaii).
Por que elas não abandonam esse "caos" e vão viver num país "civilizado"????
A resposta é : dinheiro.
Eu também quis ganhar dinheiro, mas há coisas que você vê e ouve que realmente me fazem pensar se vale a pena.
Enfim, ganhei a cruel visao de que toda blogueira é apenas um produto. Não importa quão feminista ela diz ser, ela sempre vai te contar de onde é o look do dia, qual esmalte e batom está usando. Fazem isso para manter parceiros comerciais, fazem propaganda usando a si mesmas para serem mais convincentes e venderem mais e mais produtos. É assim que lucram.  E não tem nada errado em lucrar. Errado é criticar a coleguinha por não querer fazer igual. Por ter opinião diferente e não querer usar sua imagem pra vender qualquer coisa. E não importa o que elas digam, atente-se ao que elas fazem. Aos vídeos que produzem, aos posts que escrevem.
Sim, estou chateada.
Hoje uma blogueira famosa que eu amava mostrou que não é tão legal como a vemos nos vídeos e fotos. Ela me condenou no instagram  porque fiz uma simples pergunta. Acho que ela entrou no meu insta e viu que está escrito "cristã" e resolveu que eu sou uma tapada, ignorante e subestimada dona de casa. Mal sabe ela que a cristã aqui gerencia um dos maiores projetos do governo federal em atividade na Internet hoje. Sim, eu sou foda e não, eu não estou me gabando. Estou dizendo que as pessoas que se acham legais por serem a favor da liberação das drogas, aborto, casamento gay e voto nulo nunca pensam que as outras pessoas que são contra tudo isso também podem ser legais. E que não é porque eu creio em Jesus e sigo seus ensinamentos que eu sou capiau e analfabeta.
Eu sou legal. E sou cristã. E não consigo fingir que sou algo que não sou só pra vender livros.
Então, a mensagem de natal é  a seguinte: eu não sou blogueira.
Oi, eu sou a Mari. Nunca comi peixe. Sou casada há 12 anos com um advogado (eu sigo e respeito as Leis brasileiras. Até porque tem um lugar bem ruim pra quem não respeita as leis e não é o inferno: é a cadeia)
Tenho duas filhas. Trabalho pro Governo Federal. E sou cristã.
Tem horas que eu sou um porre. Tem horas que eu sou super. Tem horas que estou com sono e  eu não gosto de criticas. Mas na maioria das vezes eu só quero ser eu. Sem que alguém venha me julgar e condenar porque eu declaro em alto e bom tom que SOU CRISTÃ! (Sinceramente isso não devia ser um problema).
Mas enfim. Era isso que eu queria dizer.
Agora eu vou ali viver minha vida.
Feliz ano novo.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Primeiros passos

Festejar o primeiro ano de um filho é incrível. É como ganhar uma grande corrida, uma copa do mundo. E não estou exagerando,  não.  Num mundo cheio de dengue, Zika e outros males cada dia mais comuns, chegar ao primeiro ano de vida é sim uma conquista.
E pros pais é aquele momento em que você ainda sente a gravidez, a amamentação e os primeiros dias do bebê e você pensa "nossa, como o tempo passa rápido!"
E passou rápido. 
E ontem eu me senti tão feliz por comemorar o primeiro ano da Nina e a primeira formatura da Malu.
Eu realmente me senti realizada.
Então hoje, sem a menor cerimônia, Helena levantou e deu dois passinhos.
Não posso dizer que ela está andando, mas deu dois passinhos sozinha e aquilo foi tão maravilhoso, tão incrível, tão mágico!
Agradeço a Deus por ter esse milagre na minha vida. Todos os dias. Tão perto. Tão grandioso milagre da Vida.
Minhas filhas estão crescendo. E eu estou ficando emotiva.
E absolutamente realizada.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Nina.

Hoje minha Cerejinha completa se primeiro aninho. O primeiro de muitos. E meu desejo de mãe é que em toda sua vida tenha saúde e muitos amigos.
E fé em Deus, pois somente Ele pode dar os outros dois.
Feliz aniversário, meu amor.
Te amo daqui até a lua. Ida e volta.

domingo, 6 de dezembro de 2015

A semana

Malu machucou a perna. Normal, ela é criança.  Só que o machucadinho foi virando machucadão e a ferida não cicatrizava.  E vocês sabem que eu sou uma mãe mega tranquila #SQN então tratei de levar minha princesa a emergência do hospital e eis que o machucadinho virou machucadão por que Malu contraiu uma bactéria que não só não deixou a ferida cicatrizar como também espalhou - se para outras partes do corpo, como nariz e costas.
Mas, apesar do susto, ela está medicada e agora estamos mais tranquilos.
Agora é esperar que a bactéria morra e a pele se regenere normalmente.
Não vou mostrar foto, mas acreditem, a coisa ficou feia.
Se virem algo diferente nas suas crianças, não demorem a procurar um médico.  Imaginem se nós não levássemos Malu ao medico, até onde essa bactéria poderia chegar?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Comendo fora

Coisa mais difícil do mundo é fazer uma refeição tranquila com as crianças.
Fica pior quando essa refeição é fora de casa.
E fica mais complicado quando o lugar é chique.
Não,  eu não tenho filhas encapetadas. Tenho crianças saudáveis e curiosas que ainda não assinaram contrato social com ninguém.
Aliás,  contrato social é simplesmente o ato de você se conter. Demonstra que você é "bem educado".
Voltemos ao restaurante.
Se a Malu estiver num local todo decorado, ela vai querer por a mão em tudo. Natural, eu também quero, só não faço por que o contrato social diz que não é educado.
Mas ela não assinou contrato social, lembra? Então ela demonstra claramente seu encanto pela beleza do lugar, quer pegar, quer ir ao banheiro,  à cozinha, quer falar com os garçons e outros clientes.
Já a Nina é muito pequena ainda pra se levantar e explorar, mas ela fica empolgada e dá gritinhos. E, nem todo mundo acha fofo.
A gente não descobriu ainda uma forma de fazer as meninas de comportarem, mas também não evitamos lugar nenhum.  Vou a restaurante, cinema, shopping, tudo numa boa.
Claro que já paguei micos enormes, já morri de vergonha e até de raiva (quando Malu derrubou coca-cola na minha calça branca porque não atendeu meu pedido de segurar o refrigerante com as duas mãos, ou quando limpou o dedo sujo de catchup na minha saia e parecia que meu absorvente tinha vazado), mas nunca me privei de ir aos lugares por estar com duas crianças.
A regra é simples: caso elas extrapolem ao ponto de incomodar as pessoas, nós pedimos a conta, nos levantamos e vamos embora.
Até porque, se queremos ser respeitados temos que respeitar.
Mas se elas estão se divertindo e as pessoas ao redor não demonstram incômodo, não vejo porque sair.
Criança e criança.  E os restaurantes hoje em dia já estão dispondo de locais e pessoal especializado só para entrete-las.
Então é isso.
A dica de hoje é : vá ao lugares que quiser  com seus pequenos e divirtam -se!

domingo, 29 de novembro de 2015

Então é natal

Hoje montamos a árvore de natal em casa. Eu, sinceramente não queria começar tão cedo, mas a Malu está vendo a cidade inteira decorada e fica ansiosa pra chegada do natal, e pra dar uma diminuída em toda essa ansiedade (que não faz bem) a gente resolveu antecipar a montagem da árvore.
Foi uma diversão, porque é o primeiro natal que a Nina participa dos preparativos (ano passado ela só tinha 13 dias de vida no natal ) e ela ficou encantada com todos os enfeites e toda bolinha que a gente colocava na árvore,  ela puxava.
No final tinha umas vinte bolinhas espalhadas pelo chão.
Amo esses momentos e queria emoldura-los para ter pra sempre.
E na casa de vocês,  como se preparam para as festas de fim de ano?

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Cardápio criativo

Malu sempre foi o tipo de criança chata pra comer.  Chata mesmo! Se tiver uma salsinha no prato ela logo faz cara de nojo,  como se tivesse uma minhoca ali.
Por isso mesmo ela sempre teve intestino preso e até hoje temos sofrido com isso.
Mas com a Nina a coisa é diferente. A pequena come tudo, adora tudo e o intestino é um reloginho.
Pra incentivar a Malu a.comer verduras e legumes nós buscamos ajuda na Internet.  E temos encontrado coisas bem bacanas e não tão difíceis de aplicar em casa, como os pratinhos decorados, ora com cara de bichinhos,  ora com paisagens. E assim nossa princesa tem se alimentado um pouco melhor.
E por aí,  a garotada está dando trabalho pra comer?
Olha essa idéia de cardápio criativo que legal. Quem sabe vocês se inspiram e os seus pequenos também se empolguem?

domingo, 22 de novembro de 2015

Esgotada

Sabe aqueles dias em que não adianta dormir que o cansaço não passa? Eu estou assim. Até durmo bem. Ontem caí na cama umas 21h e só acordei hoje as 8h. Quase 12 horas de sono e quando acordei estava quebrada.
E acordar aqui em casa é uma loucura.  Nina pede mamadeira, Malu pede atenção  (pra pentear cabelo, escovar dente, colocar uniforme), maridon corre para trocar fralda, fazer lancheira,  colocar água e leite pra ferver...
Ou seja, não tem dia calmo.
Mas hoje era domingo. Não tinha lancheira, uniforme,  pressa pra nada. E mesmo assim eu me sentia exausta às 10 da manhã.
Não sei se é relexo da semana, onde passei mal, fiz uma endoscopia e fiquei zuada. Só sei que hoje eu não queria nem levantar pra ir ao banheiro.
E amanhã começa tudo denovo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Quarto montessoriano

Já comentei aqui que eu e maridon decidimos transformar o quarto das Marias em um quarto montessoriano. Mas eu não disse o porquê de tomarmos essa decisão.  Bem, é mais simples do que parece: Toda vez que Malu ou Nina querem um brinquedo, são obrigadas a vir até nós e pedir, já que todos os brinquedos ficam na parte alta do guarda roupa.  Até  deixa os alguns brinquedos no chão, mas não demora muito elas enjoam e querem outro. E pra deixar todos os brinquedos no chão não temos espaço por causa da cama e do berço.
Daí, pesquisando um pouquinho, descobrimos um jeito bem bacana de colocar tudo o que elas precisam ao alcance delas e ao mesmo tempo ter o espaço ampliado!
Não é caro e no Pinterest você encontra muitas fotos inspiradoras. Nós ainda estamos na fase de planejamento, mas assim que tivermos um projeto pronto eu posto aqui.  Quero compartilhar cada passo pra vocês se inspirarem também!
Por enquanto vou deixar o link da reportagem do É de casa! sobre o tema.
Bem legal.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Montando um plano

Bom, se vamos levar esse negocio de blog a sério,  precisamos ter um plano.
Normalmente eu só escrevo aos domingos, e o resto da semana eu me dedico ao Facebook  e snapchat @maedemeninas, mas quero mudar isso. Quero trazer vocês pra cá com maior frequência.
Então meu plano é o seguinte: post 3x por semana, divididos por temas.
Por exemplo, aos domingos continuo com posts pessoais.  Como foi a minha semana e das meninas e opinião sobre algum fato que rolou na Internet.
As terças podemos falar de saúde e nutrição e as quintas temas como decoração e brincadeiras educativas para fazermos com nosso babies. o que acham?
Eu amaria poder ter vocês aqui participando dessa nova fase e contribuindo com comentários e dicas.
Eu não sou especialista em nada. Sou mãe.  E quero poder dividir minhas experiências com vocês.
Então é isso.
Próxima quinta vamos falar de brincadeiras montessorianas? Estou começando a introduzir o método montessori em casa (eu não conhecia quando a Malu nasceu) e vai ser muito bom compartilhar passo a passo com vocês essa nova etapa.
Venham comigo!

domingo, 15 de novembro de 2015

Paris. Mariana. Síria. Japão. Mundo.

Ontem ao acordar, vi no jornal a matéria dos atentados em Paris.
Chorei de tristeza.
Assim como chorei por Mariana.
Assim como chorei pelo menino morto na praia.
Assim como choro e chorarei por todas as tragédias causadas pelo ser dito humano.
E me pergunto que mundo louco é  esse em que uma empresa mata mais de 400 pessoas e até agora ninguém é penalizado? Que mundo é  esse em que,  em nome de uma religião, a pessoa se acha no direito de matar outras pessoas?
E, acima de tudo, que mundo e esse, onde as pessoas criticam umas às outras nas redes socias porque elas pedem preces para esse ou aquele lugar?
Não podemos ser tão cretinos ao ponto de achar que esse tipo de crítica cabe numa situação dessas.
Preces... pelo mundo inteiro. Por cada ser humano.  Bom ou mau. Porque os maus precisam também de nossas orações. Porque os maus não sabem que é o amor. Não sabem que o amor está acima de toda e qualquer crença. Porque não é necessário acreditar no amor, basta senti-lo. E então tudo se transforma.
Por isso, eu peço: amem seus filhos. Amem muito, muito seus filhos. Amem até na hora da bronca. Abrace,  beije, brinque junto. Faça surpresas no meio da semana. Pegue na escola, compre um chocolatinho, faça cabana de lençol  na sala. Mostre a ele que você o ama acima de tudo. Porque quem é amado não é manipulado e não encontra motivos para matar.
Amor é vida. Amor é paz.
"Agora, pois permanecem esses três : a Fé  a Esperança  e o Amor. Porém, o maior deles é o AMOR" - Corintios 1-13.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Família unida. Mesmo?

Esse post é um desabafo. Portanto desde agora peço que não me julguem.
Helena vai completar 1 ano no dia 12 de dezembro.
Quando ela nasceu,  de cesariana as 6h30 da manhã,  eu achei que seria muito sofrido para meus pais irem acompanhar o parto. Pedi que fossem mais tarde. Meus sogros são do Maranhão e também não poderiam vir. Eu estava tranquila com minha decisão de estar somente eu e Hélio no nascimento de nossa caçula.
O que eu não contava era que, não somente não iriam ver o parto, como não iriam ficar comigo.
Minha mãe foi me visitar no hospital. Quando ia, ficava menos de 15 minutos. Tinha pressa de ir embora cuidar dos cahorros dela. Ate meu obstetra estranhava. Eu achava que ela nao gostava de hospitais, mas em casa ela so foi 1 vez e em nenhum momento se ofereceu pra ficar comigo (como toda mãe faz quando a filha acaba de parir). Ela não foi me ajudar com as duas crianças e com a casa.
Meu esposo é  autônomo, e eu agradeço a Deus todos os dias por isso. Do contrário eu estaria absolutamente só com duas crianças em casa e curtindo o puerperio.
Nunca disse à ela o quanto fiquei magoada porque eu tinha medo de que ela se magoasse comigo.
Pensando em preservar os outros, acabo de ferindo.
Mas o ano passou e eu resolvi seguir a vida adiante.
Nina vai fazer 1 ano e eu não acho necessário fazer uma festa de arromba (até porque a economia não nos permite esses deleites) e como a Malu está louca de vontade de ir no parque da Mônica e a formatura dela do pré é exatamente no dia do aniversário da irmãzinha, eu achei interessante juntar o útil ao agradável e chamar meus irmãos e pais para comemorarem com a gente o aniversário da Nina e a formatura da Malu no Parque da Mônica.
Eu sei que é caro. E também sei que meus irmãos tem condições de pagar por 1 ingresso pelo menos para seus filhos irem comemorar com a priminha. E, principalmente eu sei que meus pais podem ir.
Mas as respostas que recebi foram todas negativas.
Ou seja, ninguém vai.
E foi como se a ferida abrisse novamente. Me senti sozinha denovo.  E senti tristeza por ver que a família da Malu e da Nina sou eu e o Hélio.
Ninguém vai comemorar com a Malu a formatura dela.
Ninguém vai comemorar com a Nina o primeiro aninho dela.
Minha mãe sugeriu irmos na casa dela, no dia seguinte,  para comermos bolo e cantarmos parabéns.
Não quero comemorar no dia seguinte!  Quero cantar parabéns no dia do aniversário da minha filha. Ela merece isso!
Mas parece que eu preciso comemorar quando e onde é oportuno para os outros. Eu sempre tenho que ceder. Desde meu casamento (depois eu conto) eu estou sempre fazendo do jeito dos outros e nunca do meu jeito.
Mas eu lembrei que, anos atrás,  uma tia telefonou de Minas pra minha mãe dizendo que precisava dela porque a filha estava se divorciando e ela estava triste. Então minha mãe pegou meu pai e foi para lá.  Não importou a distância ou o preço do combustível ou do pedágio.  A tia precisava dela (elas são primas) e ela não mediu esforços para ir até lá dar seu ombro amigo.
Mas a neta fará 1 ano. Esta há 10 km de distância. E ela não vai comemorar porque o parque da Mônica é "coisa de criança "
Mas, toda festinha de aniversário também não é coisa de criança? Quer dizer que se eu fizesse uma festinha em casa ela também não iria?
Estou escrevendo com lágrimas nos olhos e uma profunda decepção.
Me perdoem por falar disso aqui,  mas é  que não posso ligar pra minha mãe pra desabafar.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A resposta sempre vem

Ontem eu não postei.
Passei uma semana de cão e ouvi umas merdas que ninguém merece ouvir.
Chorei tanto, mas tanto, que nem tive coragem de fazer snap.
Cheguei a conclusão de que esse negócio de blog não é  pra mim.
Mas eu vou falar uma coisa: Deus manda seus anjos falarem com você todo o tempo. Basta você prestar atenção que poderá ouvir.
Hoje eu fui olhar os vídeos das minhas blogueiras favoritas no YouTube e vi o vídeo da Evelyn Regly.
Eu já disse que a Nina adora ela, né?
Quando sobe a música de abertura a bichinha rebola que só ela (com seus 10 meses de vida) e quando a Evelyn fala CHEEEGUEEEI a pequena cai na gargalhada.
Eu adoro.
Enfim, eu comecei a ouvir a Eve e aquilo foi acertando minha alma.
Não existem coincidências.
Não foi coincidência ela falar desse assunto numa semana em que tudo estava me desistimulando.
Não acho que a Evelyn fez o vídeo pra mim (não sou tão louca a esse ponto). Mas eu acho que foram os anjos de Deus que me mostraram esse vídeo hoje.
Acreditem em mim quando eu digo e repito: Deus fala com a gente o tempo inteiro. BASTA QUERER OUVIR.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Candidíase em bebês

Há duas noites passamos um sufoco aqui em casa. 
Nina acordou gritando, desesperada e nós não sabíamos o que era. Eu pensei em dor de ouvido, porque ela está no meio de um tratamento de otite, então corri esquentar paninhos para colocar no rostinho dela. Até que, lá pelas 4 da manhã ela se acalmou e finalmente dormiu. 
Mas como sou o tipo de mãe exagerada, logo pela manhã acordei o maridon e decretei: vamos ao médico.
Sim, ela ainda está com infecção no ouvido médio, mas a causa do choro desesperador era oura: candidíase.
Eu nem sabia que bebês podiam pegar esse fungo, mas a médica nos disse que é muito comum em meninos e meninas, principalmente quando fazem uso de antibióticos.
Medicada, voltamos para casa e eu fui googlar (lógico) e encontrei essa matéria super interessante no blog trocando Fraldas, por isso decidi compartilhar aqui no blog.

A grande maioria das mamães ao ouvir que seu bebê esta com candidíase, se assusta questionando a possibilidade já que se trata de uma doença tão conhecida em mulheres adultas. Mas sim é possível e não se apresenta somente na área genital, mas como também na boca, mas conhecida como “sapinho”.
A candidíase ou cândida albicans como é conhecida cientificamente, é uma infecção que afeta a mucosa bucal, estourando pequenas bolinhas embranquecidas no interior das bochechas, língua e céu da boca. Lesões bem doloridas que costumam dificultar a alimentação e aparecem principalmente em bebês até 2 meses de vida. Outro caso da candidíase em bebê e a mais assustadora para as mamães, é a candidíase encontrada na área genital do bebê, acometendo principalmente bebês que ainda utilizam fraldas.  Aparece como uma vermelhidão parecida com assadura, geralmente causam coceiras e pequenas bolinhas ao redor, parecidas com espinhas e não se curam com pomadas de assadura convencionais.
Esse fungo esta presente no sistema digestivo de todo ser humano e não proporciona nenhuma mal, porém ele se manifestará em algumas situações como:
  • Imunidade baixa
  • Utilização de antibióticos
  • Alterações hormonais
  • Portadores de diabetes e HIV
Como tratar a candidíase em bebês?
Podendo também ser adquirido da mãe para o bebê através da amamentação, durante a passagem vaginal no parto normal (caso a mãe esteja com candidíase vaginal) e alguns casos de candidíase em bebê, ocorrem pelo fato do fungo estar alojado nos bicos de mamadeira utilizados pela criança.
No caso de candidíase bucal ou sapinho, é aconselhada a consulta do pediatra para verificação da gravidade ou ate mesmo a confirmação. Geralmente é receitada medicação antifúngica e no caso de bebês ainda amamentados no seio, que a mãe utilize uma pomada antifúngica nos mamilos. Nos casos das mães que possuem a candidíase vaginal e tiveram parto normal, os bebês devem imediatamente ser tratados comantibióticos para que não se manifeste reações. Já nos casos dos bebês que tem essa candidíase, é aconselhado à utilização de soluções a base de violeta genciana, manter o local limpo e seco e evitar a utilização de qualquer produto que tenha essências, como por exemplo, o lenço umedecido. O aconselhado é manter o local limpo com água e sabão neutro e se possível evitar o abafamento da fralda.
A candidíase tanto oral como genital pode ser bem dolorida, mas raramente é considerado um problema grave. Só devemos ficar alertas, caso os sintomas não desapareçam em 2 semanas,  necessário que consulte o pediatra novamente, pois principalmente a candidíase oral em bebês afetam a alimentação deles, que pode ocasionar a perda de peso.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Sem celular

Esse post, infelizmente não vai falar das meninas (que estão ótimas, Graças a Deus). Há um mês meu celular Galaxy S5 está apresentando problemas com a tela. Já mandei pra assistência 3 vezes e essa semana, denovo, deu pau. Então, esse tempo todo estou desconecada do snapchat.
Peço sinceras desculpas pela falta de atividade por lá, mas até que o celular esteja consertado, não vamos ter snaps =(

domingo, 25 de outubro de 2015

Mamãe dodói

Odeio ficar doente.
Não gosto de ficar limitada e de não conseguir ser a mãe que eu quero ser. E faz 2 semanas que não consigo.
Peguei alguma bactéria ou vírus que está me deixando muito mal. Diarreia e mal estar, ânsia de vômito e sono. Jesus, como eu queria dormir por 40 horas direito!
Fui ao hospital, tomei soro, fui ao meu médico, fiz exames. Mas o pior é ver as meninas preocupadas. Mesmo a Nina, tão bebê, ás vezes me olha com um pesar...
Estou trabalhando, na medida do possível, mas confesso que não é nada fácil estar no escritório do jeito que estou. Todo instante corro para o banheiro e, vamos combinar, banheiro de escritório não é nada privativo. Toda hora entra alguém e daí eu fico muito constrangida.
Enfim, esse post vai ser assim, curtinho, só pra dizer que eu não me sinto bem, mas as meninas estão ótimas.
Então, até domingo que vem, se Deus quiser!

domingo, 18 de outubro de 2015

10 meses

Helena engatilhado pra todo lado. Fica de pé e se apóia  a cadeira e a empurra quando quer andar.
Ela fala... sim, fala! Cheia dos seus aaaaas e tetes  e eeeeiiii rla se expressa lindamente.
E faz caras e bocas.
Coisa mais linda quando ela acorda e faz aquela cara de "tô te esperando há um tempão".
Mas a coisa mais fofa que ela aprendeu a fazer ultimamente foi apontar as pessoas.
Não de um jeito ruim, mas apontar para mostrar quem são.  O que significa que ela já sabe quem somos.
Aponta a mamãe, o papai,  a irmã, primos e os avós. Basta você perguntar "cadê o papai" ou "cadê a mamãe " e lá vai ela com seu dedinho.
Eu acho lindo, claro! Morro de orgulho da evolução da nossa boneca.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Dia das crianças

Hoje foi uma farra em casa. Tão grande que eu até esqueci que hoje não é domingo e que eu devia ter postando ontem!
Me perdoem, mas ontem estava correndo com os preparativos para o dia das crianças. Ou melhor, correndo para atender aos pedidos da minha criança maus velha!
Não comprei brinquedos. Aliás, decidi ser mais consciente em relação aos presentes que dou para as meninas em qualquer época do ano. E nesse dia das crianças , planejamos juntas o que seria bom de ganhar. Pelo menos eu e a Malu, já que a Nina ainda não pode opinar.
E dentre as coisas que ela pediu estavam:
- ir ao cinema (hotel Transilvânia show!)
- andar de bicicleta (no parque aqui em frente)
- ir na piscina (não rolou)
- comer hambúrguer com batata frita (que minha mãe fez )
Dos desejos dela só não realizei a piscina, porque ainda não pegamos o resultado do exame de urina e não sei se a infecção saiu completamente. Melhor prevenir, né?
Mas, o mais interessante foi ver que todos os desejos dela, sem exceção,  tinham a mim e ao pai como companhia.
Foi uma boa lição para nós dois.
Não que nós  não passemos tempo juntos, mas não é sempre que estamos disponíveis (ou dispostos ) para tantas brincadeiras.  A vida corrida e o trabalho diário nos deixa menos motivados, eu acho.
Mas o importante é  que,  ao deixar nossa filha de 6 anos escolher seu presente, ela nos escolheu .
Quem sabe é só  do que seu filho precisa?
Feliz dia das crianças. Para as crianças e para os pais.

domingo, 4 de outubro de 2015

Crescer dói mesmo?

Eu já contei que a Malu sente dores nas pernas? Faz algum tempo já  que ela acorda chorando de dor fazemos massagens e colocamos compressas quentes para aliviar. Já fomos em 2 médicos diferentes e ambos dizem a mesma coisa : "dor do crescimento"
Mas ninguém nunca pediu um exame para ter certeza.  Nem um raio-x. E eu, insatisfeita que sou, nunca engoli muito bem essa história  de doer pra crescer.
Sério gente,  Malu grita de dor. É horrível. Então lá fomos nós para o terceiro pediatra e após explicarmos toda a situação ele decretou: dor do crescimento.
Eu queria enforcar ele, mas não fiz isso. Nem disse um pio. Foi meu esposo quem lançou "você tem certeza? Porque todos os médicos dizem a mesma coisa, sem nenhum embasamento concreto. Simplesmente olhar pra ela e diagnosticar não me parece muito certo."
E o médico ficou lá, com cara de ué.  Daí explicou que não tem como ter certeza é que o diagnóstico é baseado em casos semelhantes.
Meu esposo é advogado, o que significa que, para ele, semelhante  não é  igual.  E começou a fazer perguntas que incomodaram o doutor ao ponto dele não ter outra alternativa a não ser pedir uma bateria de exames que nós tanto queríamos há tanto tempo.
Logo no exame de sangue descobrimos  que o nível de vitamina D dela está muito baixo. Isso pode nos dar um direcionamento, já que baixos níveis de vitamina D podem dificultar absorção de cálcio pelo corpo que pode causar fragilidade nos ossos... e essa é a boa notícia.  A carência de vitamina D pode levar a doenças sérias nas quais nem quero pensar.
Ainda faltam alguns exames e resultados,  mas eu me sinto um pouco mais aliviada por estarmos investigando.  Só  lamento que nenhum médico tenha atendido nossos apelos sobre esses exames antes.
Seja o que for, poderíamos ter descoberto há pelo menos 2 anos.
Enfim, eu tenho esperanças de que tudo se resolva com banho de sol e vitaminas complementares.
Assim que tiver mais notícias eu prometo postar aqui.
Boa semana pra vocês. E torçam pela nossa princesa.
Bj.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Marias

Eu quase não coloco fotos das Marias, mas essa está tão fofa que eu não resisti!

Biquinhos mais lindos!

PS: detalhe pro jaba  do blog no body da Nina rsrs

domingo, 27 de setembro de 2015

Cansada

Hoje eu realmente cogitei a hipótese de não blogar. .. foi uma semana tão difícil,  com as duas Marias doentes, tomando antibiótico  e meu celular na assistência  técnica. Enfim, minha cabeça está fervendo até agora.
Mas depois eu pensei : "hei, esse blog é  para falar sobre o dia-a-dia de ser mãe de meninas.  Não posso deixar isso passar sem registro"
Então,  estamos aqui!!
Logo na segunda tivemos que correr com Malu para o hospital. Ela estava dormindo e do nada começou a sentir fortes dores na coxa direita. Chorava mesmo. Meu esposo fez massagens e eu dei alivium,  mas nada melhorava.  O jeito foi pegarmos as meninas e irmos ao médico.
Como em outras ocasiões,  a plantonista "sugeriu"  ser dor do crescimento.  Digo que ela sugeriu porque não tem como comprovar  que é  isso o que acontece quando ela sente essa dor.
Eu pedi um ultrassom mas ela simplesmente se recusou, dizendo que quem deveria pedir exames é  o pediatra que a acompanha.
Penda numa pessoa descompensada!  Sim, esse cara era eu. Aquilo não é  um hospital?  Eles não deveriam ter todo tipo de equipamento disponível para todo tipo de emergência?  Como assim ela não podia pedir um ultrassom ???
Meu marido teve mesmo que interferir ou eu dava na cara daquela mulher.
Voltamos pra casa com uma receita de dipirona (ninguém merece) e acabamos indo dormir lá  pelas 1h30 da manhã.  No outro dia eu estava podre.
Pensando que eu dormi na terça? Ah,  quem me dera.
Terça foi a vez da infecção urinária  reaparecer.
Mais uma vez fomos ao PS e, pelo menos, conseguimos fazer exame de urina e sair de lá com uma receita de antibiótico.
E lá vamos nós pra quarta, quando finalmente ligaram da assistência técnica  informando que o celular tá vá pronto.
Uma semana sem ele. Sem snapchat.  Sem blogar.  Realmente um exercício de desapego tecnológico e social.
É eu consegui ir dormir as 20h  !!!
É,  parece coisa de gente velha, mas eu estava tão podre...
Acordei revigorada na quinta.
Sexta feira peguei os exames da Malu e liguei pra remarcar o pediatra e descobri que eu não posso marcar duas consultas  no mesmo mês  pro mesmo profissional.
O que me deixou nem furiosa, já que se trata de um retorno ao medico que pediu os exames. .. Será que o convênio  é  tão estúpido que não perceba que tem consultas que precisam se retorno?  Nem respondam... Eles são.
Enfim, tenho que esperar dar 20 dias entre uma consulta e outra.
E agora estou aqui, desesperada pra dormir cedo e sem sono algum.
Meu metabolismo realmente não se entende com meu cérebro.

domingo, 20 de setembro de 2015

Infecção urinária

Só de ouvir essa palavra a gente treme... Malu ainda usava fraldas quando teve a primeira infecção urinária. Lembro que a enfermeira colou (literalmente) um saquinho na virilha dela e nos tivemos que esperar até que ela finalmente fizesse xixi para poder fazer a cultura.
Depois disso, todo ano passamos por isso.
Eu sempre fervo as calcinhas, passo a ferro e descarto periodicamente, faço questão de limpá-lá quando faz cocô (infelizmente na escola não estou presente para ajudá-la) e por mais que a gente ensine, tem sempre uma brecha por onde a bactéria passa.
Eu costumo dar muito cha de camomila pra ela, porque um pediatra nos ensinou que é um remédio natural, mas quase sempre ela acaba tomando antibiótico, porque a infecção não passa.
Como toda mãe eu busco informação em todos os meios possíveis (e não me envergonho de pedir conselhos e até receitinhas da avó), para ajudar minha pequena, até porque conheço muito bem esse incômodo.
Por isso decidi colar aqui esse artigo, do site ABC da Saúde para ajudar outras mamães que estão passando por esse problema.
Claro que a Internet não substitui uma consulta médica. Por favor, não deixem de levar seus pequeninos ao hospital, caso identifiquem os sintomas a seguir nos seus filhotes:

" A IU é definida pela presença de microorganismos na urina em qualquer parte do aparelho urinário. A identificação do microorganismo causador da IU é fundamental para o diagnóstico e o tratamento adequado.

Tanto nos meninos como nas meninas, o agente mais comum é a Escherichia coli, bactéria da flora intestinal, responsável por 80% a 95% dos casos de IU. Segue-se, em ordem de freqüência, estafilococo, proteus e klebisiela. Mas o trato urinário, também, pode ser atacado por vírus (adenovírus), fungos, bacilo da tuberculose.

A principal via de contaminação do trato urinário é a ascendente. A partir da flora bacteriana da região perianal, é que se dá a contaminação urinária. Somente em infecções generalizadas (septicemia) pode ocorrer que a via sangüínea seja a fonte de infecção urinária, mas isto é excepcional.

O que se sente?

Na maioria das vezes, a IU em crianças apresenta sintomas urinários iguais aos dos adultos: ardência, urgência e freqüência urinária aumentada. Mas, em muitos casos, podem surgir sintomas diferentes e a criança apresentar-se irrequieta, irritadiça, sem fome e emagrecer. Fica com medo de urinar. Algumas vezes, ocorrem sintomas digestivos com dor abdominal, náuseas, vômitos, diarréia, febre e até icterícia (amareläo). Raramente, a IU em crianças é sem sintomas, mas quando isto acontece o diagnóstico fica mais difícil de ser feito."

domingo, 13 de setembro de 2015

9 meses

Ontem meu bebê completou 9 meses. Um ciclo completo.
Depois de 9 meses no ventre, finalmente 9 meses aqui fora.
E eu não comemorei como vinha fazendo todos os meses.
Não porque não havia motivação e sim porque foi uma semana tão difícil.
Nina com otite. Tomando antibiótico. Chorosa, carente. Com dor.
Fazemos de tudo para que ela fique bem, mas as vezes a dor vem forte.
As noites tem sido estranhas. Ela dorme pouco. A gente dorme pouco. E o frio não ajuda.
E a Malú também não está 100%
Descobrimos que ela tem um rim maior que o outro. Chamam de assimetria renal.
Ainda não sabemos nada. Se é grave, se tem tratamento... marquei com nefrologista, mas só vai nos atender no mês que vem... Por enquanto buscamos informações no google e evitamos falar na frente dela.
Estamos rezando para não ser nada demais.
Pelas duas.

domingo, 6 de setembro de 2015

Primeira viagem com o bebê

A primeira vez que viajamos com a Malu ela já era grandinha. Bom, quero dizer, ela já andava. Ou seja, não era tão bebê quanto a Nina. Talvez por isso meu receio de pegar a estrada com a pequena.
Mas ontem acordamos, enfiamos as malas no carro e viemos.
Escolhemos a cidade de Olímpia por que tem termas e, tecnicamente não é tão longe.
Só que a viagem demorou horrores!
Começando pela marginal pinheiros travada em pleno sábado, passando pela rodovia dos Bandeirantes absurdamente lenta (sem motivo aparente) e sendo coroada por quilômetros e mais quilômetros de via sem um único posto de gasolina, essa foi, com certeza, uma viagem pra não se esquecer nunca.
Nina até que se comportou bem na ida. Dormiu quase a viagem inteira.Escolhemos parar no Graal, por ser um posto conhecido de longa data e porque eu sabia que teria fraldario.
Como era hora do almoço, decidimos fazer uma refeição. Malu escolheu um espaguete com molho pomodoro, que ao experimentar eu aceito que não estava muito bom. Disse pra ela trocar por outro prato, e ela assim fez. Mas foi tarde.
Malú tevê uma intoxicação alimentar e passou mal a madrugada inteira.
Pedi na cozinha do hotel um soro caseiro e água de coco e passamos o domingo cuidando dela.
Graças a Deus ela foi melhorando ao longo do dia.
No hotel tem uma brinquedoteca fofa, com monitores, mas eu preferi ficar com a Nina. Já Malu conseguiu atenção da Tia Coruja, que cuidou dela o tempo inteiro.
Nina se divertiu podendo ir de lá pra cá sem obstáculos.
Mas quando voltamos para o apartamento, nos distraímos um momento e Nina caiu de cabeça no chão....
Um baita susto.
Por sorte ela caiu engsitnhando, então a queda foi pequena e logo ela ficou calma. Não deixei dormir porque sempre ouvi minha avó dizer que quem bate a cabeça não pode dormir.
Nossos problemas, porém, não ficaram por aí.
Na segunda, ao fazer check-in. Primeiro oa 3 elevadores que atendem os 13 andares, com mais de 10 apartamentos por andar, estava sempre lotado. Pedimos carrinho para as malas, mas não vinha nunca então decidimos descer nós mesmos, com malas, bebê e sacolas. Ao finalmente chegar na recepção, tivemos uma surpresa nada agradável: recebemos uma nota com várias cobranças indevidas.
O atendente simplesmente não queria nos dar razão e eu fiquei muito chateada.
Maridon pegou a notinha e pediu o comprovante com nossas assinaturas. Não tinha! Claro que não. Então chamamos o gerente, mostramos o erro e depois de um looooongo tempo o valor foi corrigido.
Por fim o rapaz que levou nossas malas para o carro esqueceu metade delas pra trás... tivemos que retirar as que já estavam e recolocar todas para caber.
Na volta paramos no posto Shell na entrada da cidade para abastecer. Enchemos o tanque, mas antes de chegar a Rio Claro notamos que estávamos quase na reserva.
Paramos num posto qualquer e advinha: nosso carro foi abastecido com combustível adulterado!
Depois disso teve a tempestade e o trânsito infernais. Nina com diarréia e Malu passando mal.
Pois é, não foi o feriado que eu sonhei, mas graças a Deus chegamos em casa bem.
Afinal, não há melhor lugar do que o nosso lar, não é mesmo?

domingo, 30 de agosto de 2015

Bichinho de estimação

Sempre tive cachorrinhos ou gatinhos. Algumas vezes tive os dois ao mesmo tempo. Mas eu sempre morei em casa e minha mãe sempre foi "do lar", ou seja, eles sempre tinham alguém para alimentá-los e levá-los para passear.
Então quando Malu me pediu um bichinho de estimação eu naturalmente respondi que quando tivermos uma casa ela terá o bichinho que quiser.
Lógico que ela não engoliu a desculpa e continuou pedindo.
Pra um cachorrinho, ora um gatinho.
Eu conheço um bocado de gente que tem bichinho e mora em apartamento, mas eu penso nas horas que o pequeno ficaria sozinho enquanto elas estão na escola e nós no trabalho. E eu morro de pena.
Mas é claro que morro de pena da Malu, que tem tanto amor pra dar e nenhum bichinho...
Então, eu pergunto a vocês: o que fazer?
Me dêem dicas, caso tenham animais de estimação e me contem como foi para seus pequenos ter alguém pra cuidar.
Bjs.

domingo, 23 de agosto de 2015

E quando é a mamãe que fica dodói?

Essa semana foi terrível pra mim. Já na segunda feira não me sentia muito bem. Achei até que virá una gripe, mas não veio. No final da tarde de terça comecei a sentir ardência ao urinar. Pronto. Era uma infecção urinária chegando, e pela cara dela, vinha forte.
Mande whatsapp pro meu médico e ele indicou um remédio pra dor (pra aliviar emergencialmente) e muita água. E pra ir ao consultório na quinta, porque na quarta ele atende em outra cidade.
Quase não dormi direito, mas mesmo assim fui trabalhar na quarta.
Estava naquelas de ir ao banheiro a cada dois minutos e não conseguir fazer mais que duas gotas de xixi. Lá pelas 11h eu me sentia melhor. Comi uma salada, bebi água e pensei "acho que vai passar"
Só que não.
A noite foi um inferno. Dor. Dor. Dor. realmente eu precisava de um médico, mas com quem deixaria as Marias naquele horário? Meus pais não moram perto e eu não tenho aqueles super amigos que cuidam dos nossos filhos quando temos uma emergência.
Tinha que suportar até amanhecer.
E lá fui eu pro trabalho denovo, com planos de, naquela tarde ir ao médico.
Novamente de manhã foi tudo bem, sem dor, mesmo fazendo pouco xixi. Aliás eu estava tomando aquele remédio pra dor. Mas acho que o efeito do bendito só durava até as 17h, porque depois disso voltava tudo denovo.
Entre o desespero da infecção, o medo dela avançar e a necessidade de alguém pra cuidar das minhas filhas , eu acabei escolhendo denovo, ficar com elas. Eu estava sempre em contato com meu médico e seguindo as orientações dele. Eu devia ter ido até lá, mas não conseguia dar dois passos e precisava correr pro banheiro. Ele disse que quando eu me sentisse melhor, fosse a um PS.
Só que na sexta eu não consegui levantar da cama.
A coisa foi tão forte que nem Malu foi pra escola. Ela queria ficar com a mamãe "pra ajudar".
Então tomei o remédio pra dor (senão não suportaria a viagem até o hospital e a espera pelo atendimento) e fui.
O desespero foi tanto que esquecemos a bolsa de fraldas da Nina em cima da mesa e só nos demos conta quando ela fez coco perto do hospital. Por sorte tinha farmácia e meu marido correu comprar fraldas e lenço umedecido.
Graças a Deus lá foi super rápido. Em 2 minutos preencheram minha ficha e em menos de 10 minutos eu estava sendo atendida pela doutora Maria Alice. Super atenciosa ela me prescreveu um antibiótico, água e repouso.
Ali mesmo fiz o exame de urina (depois da consulta) e o resultado foi uma bactéria chamada E.Coli.
Medicada e menos apavorada, voltei pra casa e, pela primeira vez na semana eu dormi bem.
Sei que devia ter ido ao medico de cara, mas realmente as meninas foram a minha principal preocupação. Principalmente a Nina que está gripada. Morro de medo de estar receptiva a pegar outros vírus (e vamos combinar que em hospital tem de tudo).
Pela primeira vez me senti absolutamente sozinha. Eu passei a quarentena com meu esposo e a Malú. Ninguém veio nos ajudar (e naquela época eu fiquei muito magoada com minha mãe por não vir ficar comigo), mas essa semana eu me senti mesmo sozinha no mundo.
Eu não posso ficar doente.
Simplesmente não posso, porque não tenho com quem deixar as meninas. E elas precisam de mim.
E é muito triste perceber que, mesmo você conhecendo centenas de pessoas, não tem ninguém que você sabe que cuidará dos seus filhos em caso de urgência.
Triste mesmo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O dentista

Levamos Malu a dentista na terça. Ela que, dias antes estava toda empolgada, na hora h queria desistir. Ficou apavorada com a idéia de ter que arrancar os dentinhos moles.
Acontece que mesmo sem ter pedido os dentes de leite, dois outros estão apontando. Eu fiquei mega preocupada com isso e busquei ajuda de uma profissional. Até mesmo pensei na possibilidade de extração, mas Graças a Deus não precisou nada disso.
A dentista foi um amor, explicou que é natural os dentinhos apontarem antes do outro cair e que não precisamos nos apavorar. Também recomendou que não tentássemos puxar o molenga, deixemos a natureza agir.
Voltamos mais tranquilas e seguras.
Agora é esperar tudo acontecer com naturalidade.
Ah, a Malú deu até depoimento no snapchat. Nos adiciona lá pra acompanhar nosso "snap-vlogs-diarios": maedemeninas

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Troca de dentição

Malu me aparece toda feliz com o dedo na boca, mostrando o gente mole.
- Olha, mamãe, será que eu posso arrancar?
Um misto de empolgacao e medo toma conta de mim... arrancar???? NAAAAAAOOOOO!!!
Lá vou eu buscar no google informações sobre "o que fazer quando o primeiro dente d e leite cai"
Primeiro acho que a  coisa mais importante que eu descobri foi o que não fazer. Não puxar, arrancar ou forçar que o dente caia.
Mas o dentinho tá todo mole... e se resolve soltar da raiz no meio da noite e ela engole dormindo?
Sim.... ser mãe é sofrer um pouco com auto terrorismo.
Liguei pra minha mãe (o que não foi boa idéia) e ela foi logo dizendo com a maior tranquilidade do mundo: amarra uma linha no dente e prende na maçaneta.... Oiiiii????
Eu me lembro do meu pai fazendo esse "truque" com a gente e, sinceramente, não guardo Boas lembranças dos meus dentes sendo arena caos e sangue escorrendo pela boca. Não vou fazer isso com minha princesinha.
Volto ao Google e encontro uma matéria bastante útil e me sinto mais tranquila, no site Minha Vida.
O dente ainda não caiu, decidi não mexer, somente observar a medida que ele se torna mais soltinho. Afinal,  natureza sabe a hora certa de cada coisa. Eu só preciso estar ali para evitar que acidentes aconteçam

Se tiverem dicas de como passar por essa fase com tranquilidade, comentem aí.

Bjos.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Virose

Tenho horror a essa palavra. Virose. E como se não dissessem nada, como se guardassem um segredo secretissimo. E você fica lá, sem saber o que fazer. A dor do filho é a sua dor. O medo, o desespero. E o médico ali, apático, distante de qualquer emoção lhe diz apenas que seu anjo tem uma virose.
Malu ficou mal essa semana. Vomitava tudo o que punha para dentro... até mesmo água.
E diarréia. A pobrezinha ficou tão mal que só queria ficar deitada, mas não conseguia dormir.
Hospital. Espera. Espera. Espera. Consulta. Exame clínico. Olha aqui, ouve ali...  Virose. O médico a mandou tomar soro pra reidratar e deu dramim pra parar o vômito.
Passamos metade do dia no hospital e voltamos pra casa com esse "diagnóstico".
Nada de remédio. Só tylenol "se dor ou febre".
Ela dormiu a tarde toda e quando acordou pediu por comida. Fiz sopa, levianha e quentinha. E ela vomitou tudo de novo.
Voltamos pro hospital. Agora uma médica. Nem esperamos muito e lá vem ela dizer que "se não teve febre, tudo bem"
Gente, como assim "tudo bem"???
Eu sempre achei que "virose" é diagnóstico de preguiçoso. Nunca ninguém fez exame de sangue, fezes ou urina pra me provar que minha filha tem virose. E vamos combinar que tanto faz ela estar vomitando ou estar tossindo. Virose serve pra tudo hoje em dia.
Hoje Malu amanheceu melhor. Comeu e não vomitou. Esta coradinha. Curou da virose ou de qualquer outra coisa que tinha.
Meu receio é sempre de que a tal virose não seja só uma virose.
Vocês acham que eu sou exagerada???

domingo, 9 de agosto de 2015

Dica de mãe

Oi gente!
Vocês conhecem o AliExpress?
É um site de compras chinês, como o ebay ou mercado livre, onde você encontra todo tipo de mercadoria, roupas, calçados, itens para o lar e até eletrônicos e automotivos, tudo num único site.
Você pesquisa pelo nome do produto em português e escolhe o melhor vendedor (classificado com medalhas e jóias) e forma de envio (podendo até ser gratuito).
Os valores são em dólar, mas há opção de mudar a moeda e ele faz a conversão.
Eles aceitam cartões de crédito e boleto bancário.
Muito legal né?
A única coisa ruim é que demora pra chegar em casa e você pode ser taxada pela receita federal.
Mas o mais legal é que tem roupas pra bebês e crianças também.
Esse post não é publi (quem me dera). É só.uma dica de mãe pra mãe.
Bjs.

domingo, 2 de agosto de 2015

O tempo é curto

Nina começou a engatinhar de verdade, com os joelhinhos no chão. É rápida. Uma graça. Mas a pressa é inimiga da perfeição e, não raro, ela bate numa cadeira ou escorrega.
Eu encontrei fotos de quando ela nasceu e olhando para elas tive a sensação de que fazia tanto tempo... mas foi em dezembro de 2014. Foi apenas há 7 meses e meio. Não é tanto tempo assim. Mas tanta coisa mudou. Ela senta, engatinha, come papa, biscoito, bebe suco e até tem dentes!!
É tanta coisa em tão pouco tempo que eu fico admirada.
Malu, nesse mesmo período, virou uma adolescente. Rebelde e sedenta por independência, ela tem tido seus momentos de grande diva do teatro, deixando a mim e ao pai irritados de vez em sempre. E parece que não adianta falar. Ela insiste que o jeito dela e o certo e pronto
Claro que nem eu, nem meu esposo caímos na lábia dela, e exatamente nesse ponto a gente se estressa.
No fundo sabemos que não há necessidade disso. Que é só uma fase onde o ciumes da irmã caçula finalmente reina, afinal ela deixou de ser aquela recém nascida que não fazia praticamente nada e se tornou um menina que faz as pessoas rirem, dão colo e fazem graça, portanto Malu se sente deixada de lado. E não adianta dizer pra visita: olha a Malú aprendeu mais uma palavra em inglês. O que todo mundo quer é brincar com a bebê.
Eu compreendo minha primogênita.
Também fui trocada por uma bebê nova aos 5 anos de idade e, assim como ela eu me sentia na obrigação de demonstrar que eu existia.
Só que naquele época eu chamava a atenção fazendo desenhos e tentando agradar. Malu chama a atenção "divando"... e vamos combinar que tem que ter um saco de paciência pra não se irritar com criança que quer se fazer se adulta: "eu sei como fazer isso, não preciso de ajuda" (e lá se vai mais um copo pro chã).
Enfim, eu só queria que ela entendesse que não deixamos de amá-la e que todas as coisas que ela faz nos chama a atenção.
Mas eu sei que é só uma fase e vai passar.
Assim como a pequena Nina vai deixar de ser um bebê que engatinha e se tornar uma menininha logo, logo.
Porque o tempo não pára.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Instinto materno existe?

primeiramente, me desculpem. prometi post toda segunda feira e ontem já falhei. Mas ao mesmo tempo o problema que me impediu de postar ontem vai ser nosso bate-papo de hoje.
Helena está com 7 meses e desde o primeiro dia mostrou-se calma. Quase não chora e, quando chora é ou porque está com fome ou com fralda suja. Normalmente ela avisa antes de chorar.
Por isso quando começou a espremer os olhinhos e grunhir no sábado eu fiquei em desespero.
Nina estava tendo, pela primeira vez na vida, uma cólica. E não foi uma cólica comum. Ela realmente suportou o quanto pode da dor, até não aguentar mais.
No desespero de querer ajudá-lá (com massagens , banho quentinho e até medicação) eu telefonei pro pediatra que nos recomendou ir urgentemente para um hospital, porque nossa pequena necessitaria de uma lavagem intestinal.
Malu sempre teve intestino preso e, lamentavelmente precisou desse procedimento mais de uma vez, mas nunca antes de 3 anos de idade. Por isso a recomendação foi questionada e descartada.
Sim, eu pedi ajuda para o pediatra e não segui a orientação dele. Meu coração de mãe sabia que aquilo seria ainda pior pra minha filha do que o que ela já estava passando.
Eu e meu esposo fizemos mais massagens e mais banhos até que, minutos depois, ela conseguiu evacuar.
Malu ficou absurdamente consternada com a situação da irmazinha e chorou copiosamente, então nós dividimos entre consolar a mais velha e acalentar a mais nova. No final deu tudo certo.
Mas a questão que trago hoje para vocês é justamente essa: mesmo sendo um renomado e concorrido médico, eu não quis seguir a orientação dele. Não quis. Meu coração de mãe me dizia para não levá-la a um hospital  Logicamente fui inconsequente, e se algo pior acontecesse eu seria absolutamente responsável. Mas achei muito radical levar um bebê a um procedimento assim.
Vocês já fizeram algo assim? Agir contra a orientação do médico para seguir seu instinto materno? Me contem como foi.
beijos procêis.

terça-feira, 14 de julho de 2015

dentinhos

Nina completou 7 meses no último dia 12 e está toda prosa. Já consegue pegar objetos que estão longe, quase fica de joelhos, na posição de engatinhar (na verdade levanta o bumbum, mas não sabe empurrar) e... Os primeiros dentinhos apontaram!!
É tudo tão fofo e mágico que é como se fosse a primeira vez que passamos por isso. Na verdade está sendo bem diferente da Malu (e mais precoce), acho que por isso nossa empolgação.
Enfim, como vai indo o desenvolvimento do seu bebê? Me conta aí.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Independência

Nina começou a fazer movimentos de minhoquinha. Deitada de bruços, ela dobra os joelhos e empurra o corpo. Ainda não consegue sustentar-se sobre os joelhos, mas já consegue se arrastar.
Dia 12 ela completa 7 meses.
Eu acho uma belezinha como ela se esforça pra ser independente. Ontem ela fez de tudo pra ficar de pé com apoio do rack. Se pendura segurando o puxador, mas claro que ainda não consegue se firmar.
É tão bonito ver uma criança evoluindo.
Dá uma sensação boa de que o mundo ainda pode ser um lugar bonito pra se viver.

Me fale como vão indo seus bebês!

Bjs.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

educação religiosa

Eu assisto pouco a TV aberta. Mas tenho notado como o nome de Deus parece se tornar palavra proibida nos canais da globo. Frases como "o universo conspira" ou "forças do destino" são repetidos em diversos programas. E eu pergunto: o que tem de errado com Deus?
Você pode ser a favor do casamento gay, a favor da liberação das drogas e a favor do aborto, mas se você é cristão, você é defensor de tudo de "ruim" que tem no universo.
O que tem de ruim em ser cristão?
Amar ao próximo.
Ir à missa.
Tolerar as diferenças.
Pregar o desapego.
Defender a castidade (a nossa não a dos outros)
Defender o casamento e a família.
Parece de verdade que somos um povo ruim?
Eu acho que a violência cresce a medida que a pessoa não é ensinada nos caminhos de Deus. Quem lê a biblia e a compreende sabe que Jesus pregou o amor ao próximo e em momento algum defendeu religiões. Ele defendia o amor. Portanto, religiosos intolerantes e protestos agressivos não são coisa de cristão. Não são bons aos olhos do Pai. E eu os condeno. O problema é que a mídia faz parecer que todo mundo que segue Jesus Cristo tem esse lado xiita agressivo e eu vejo que estamos a beira de um apartheid. De um lado os gays, os comunistas e a mídia. Do outro, os vilões, digo, os cristãos.
Seremos segregados por nossa fé. Correndo o risco de sermos agredidos, como em outros países, em nome de... de que mesmo???
E sou católica. Minhas filhas estão recebendo educação cristã. E, assim como as pessoas defendem suas teses, crenças e tem liberdade de se expressar eu vou defender com unhas e dentes a minha Fé.
E que ninguém venha me rotular ou discriminar achando que "defende a liberdade", porque a liberdade é direito de todos. Minha, também.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Devolta ... ao caos.

Eu sabia que não seria fácil voltar a rotina do trabalho, mas também não imaginei que seria tão complicado.
O dia começa comigo e meu marido acordando. enquanto ele prepara a mamadeira da caçula eu começo a me arrumar. Daí acordo a Malú enquanto meu marido prepara o café da manhã eu a ajudo a se arrumar pro colégio. Tomamos café e saímos.
E começa a complicação.
Eu detesto dirigir e não dirijo bem. Acho que una coisa está relacionada à outra. Moro em avenida, ou seja, o caos começa na porta de casa. Com chuva então, tudo pára. A visibilidade fica ruim e meu medo aumenta. Trânsito até a porta da escola (que fica num atua absurdamente estreita - tão estreita que eu acho que devia ser mão única) , não encontro lugar pra estacionar e paro longe, descemos correndo com pisca alerta ligado e eu a deixo na porta. Volto pro carro e pro caos pro trânsito até chegar no meu trabalho. Atrasada. Todos os dias.
Meio dia recomeça minha tormenta porque tenho que pegar Malu na escola, ir pra casa, almoçar, dar atenção à Nina r voltar pro trabalho.
Atrasada.
denovo.
Hoje nem comi. deixei Malu e voltei pra cá com um pacote de biscoitos.
E é só o quarto dia.
Mas já sei que não vou dar conta.
Hoje desabafei com meu marido que eu odeio dirigir, odeio estacionar na escola, odeio pegar trânsito até o trabalho.
Preciso de ajuda.
Preciso desesperadamente de ajuda.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

coisas que a gente não diz (mas pensa)

Saímos hoje, eu e as meninas.
Tava muito divertido. Fomos ao shopping, comemos e depois fomos ao cinema. tudo perfeito. no final do filme, Malu me perguntou se iríamos jantar no shopping e eu disse que não (até porque nem eram 18h ainda) e, de repente toda a felicidade foi embora.
Das coisas que nunca falamos está aquilo que fazemos com nossos filhos e que é errado, mas a gente faz mesmo assim.
Eu criei Malu pra ser princesa. Filha única. E passei a me dedicar a realizar TODOS os desejos dela. O que significa que Malu cresceu sem ouvir "não".
Somente quando a Nina chegou foi que eu percebi o mal que causei a minha mais velha.
Agora, além de dividir tudo com a irmã, Malu ainda tinha que engolir vários "nãos".
Só que esse entendimento todo do que ela vive eu só tenho na teoria. Na prática não dá pra compreender até onde nos erramos com ela.
Malu quando ouve não fica deprimida. Não faz birra, não dá show. Mas seu semblante fica absolutamente infeliz e ela se torna monossilábica.
- Tá tudo bem, filha?
- Tá.
- Quer conversar?
- Não.
Eu sei que errei com ela no passado; mimamos demais por ser a única menina da família e, quando chegou outra menininha nós não demos a ela uma escolha.
Mas não me arrependo completamente, até porque nós não queríamos mesmo outro filho, então era natural que déssemos a nossa única filha tudo.
Só fazem 6 meses que a Nina chegou e o mundo como  Malu conheceu não existe mais.
É tudo diferente, meio mágico, meio assustador. É claro que os adultos compreendem e lidam melhor com essa situação, mas ela é ainda tão pequena. Só tem 5 anos e não tem maturidade emocional, nem vivência para poder compreender que nada mais será como antes.
E eu nem posso acalentar minha primogênita, porque ao fazer isso estar passando uma mensagem errada de que a Nina veio atrapalhar tudo e que o mundo era perfeito antes. Não quero que minha filha mais velha veja a mais nova como uma inimiga.
Enfim, o que eu quero dizer é que nós, mães, nunca queremos admitir as coisas erradas que fazemos é nos justificamos e nos protegemos sob a alcunha do amor incondicional que sentimos por nossos filhos (mais ainda se é o primeiro), mas a verdade é que quando temos outro bebê, secretamente desejamos que nossos filhos cresçam rápido e entendam tudo ao redor imediatamente, para aliviar um pouco a carga, pra nossa vida ficar mais fácil, sem dúvida.
Por outor lado o preço a se pagar é alto demais.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Voltando aos trabalhos...

Tenho escrito muito pouco por aqui, mas por um bom motivo: estou aproveitando ao máximo os últimos dias de férias-pós-licença-maternidade ao lado das minhas Marias.
Nina já se senta sozinha. Coisa mais fofa do mundo. E como quer ser independente!! Ela tenta arrancar a própria meia, fica looongos minutos ali, puxando, puxando, puxando, daí eu resolvo "ajudar" e tiro a meia do pé dela , então ela me olha feio como quem diz "eu ia conseguir!"
Eu acho lindo demais.
Por outro lado ela parece pressentir que em poucos dias estaremos menos tempo juntas. Quer fica rno colo o tempo todo, fica chorosa quando coloco ela na cadeirinha ou no berço, me olha com aquele olhar do gato de botas no filme Shrek.... enfim, pode ser impressão minha, a famosa CULPA de mãe, mas a verdade é que odo dia está sendo tão precioso e ao mesmo tempo, tem passado tão depressa que eu me sinto meio deprimida.

Mas tem a Malu, que enriquece demais essa nossa "aventura". Hoje ela sentou com a irmã no tapete e quando percebeu que a Nina me procurava ela olhou nos olhinhos da irmã e disse: a mamãe vai voltar pro trabalho, mas não fica triste, ela volta todo dia pra gente, tá.
#CHOREI

Eu amo meu trabalho, de verdade. Mas seria ainda mais feliz se pudesse trabalhar em home-office... o que me impede? 800 metros. A distância exata entre minha casa e o meu trabalho. E o home-office só é oferecido aos empregados que moram em outras cidades.

Mas não posso me lamentar. Graças a Deus é um emprego maravilhoso e minha chefa é uma mãe.
Então, o jeito é engolir o choro, caprichar na make, subir no salto e fazer melhor o que eu sei fazer melhor: me esforçar pra tudo sair o mais próximo do perfeito.

E vocês, meninas? Como anda a conciliação trabalho-maternidade?

Me contem!

terça-feira, 9 de junho de 2015

música para bebês

Dizem que boa música não envelhece. E eu gosto de músicas antigas e quando as ouço consigo viajar por lembranças e sensações de tempos atrás. Mas será que isso funciona com bebês?
Quando Malu era bebê eu costumava colocar vários vídeos como galinha pintadinha pra ela se distrair e aprender (afinal eles aprendem tuuuudo que vêem e ouvem, mesmo quando a gente acha que não estão entendendo nada), e ainda hoje ela adora aquelas cantigas.
Agora, com a Nina eu até tentei, mas percebi que ela não curte tanto.
Como eu sei?
Primeiro ela não presta a menor atenção na TV, depois porque ela prefere brincar com outras coisas enquanto a musiquinha toca. Mas quando eu coloco Pé com Pé, do Palavra Cantada, pronto.
Nina fixa os olhinhos na TV e interage (rindo e fazendo barulhos e gestos, como se conversasse com os músicos).
E você, já descobriu se se bebê curte um som??
Vou deixar o link do DVD, mas se você tiver Netflix também tem o show completo lá.

http://www.saraiva.com.br/palavra-cantada-pe-com-pe-dvd-1986250.html

sábado, 30 de maio de 2015

Principes e Princesas

Sigo a Revista Crescer no Facebook e, volta e meia eles postam estudos sobre mães que criam suas filhas como princesas. Sempre com ar de condenação, sempre exaltando as fragilidades dessas personagens (vaidade, medo, insegurança, imaturidade, entre outros) e querendo convencer as mulheres que não se deve tratar a filha como princesa, ou ela será mimada, folgada e absolutamente vazia.
Eu sigo a revista, mas detesto essa visão que eles têm de que devemos criar nossas filhas como feministas, ativistas e mulheres de ferro, que devem conhecer a realidade (feia e injusta) desde muito cedo.
Não!!! A filha é minha e eu quero que ela seja uma princesa! Me deixa em paz!
Eu adoro vestir a Malu de princesa. Ela tem quase várias fantasias e eu sempre que posso sento com ela, arrumo o cabelo. Mas eu sempre me aproveito desses momentos para conversamos sobre o que é ser princesa.
Porque para mim ser princesa vai além de roupas e príncipes encantados. Princesas são generosas (Cinderella dividia a pouca comida que tinha com animais domésticos). Respeitam os mais velhos (do contrário Branca de Neve bateria a porta na cara da velha que a envenenou e Cinderella mandaria a madrasta às favas). Princesas são corajosas (Merida enfrentou o próprio pai para defender a mãe enfeitiçada). Amam a natureza (Ariel, Pocahontas, Aurora e princesa Sofia que o diga) e, acima de tudo, são gentis com o outro (ou Bella teria largado mão daquele monstro horrível e mal educado).
E, que bom seria se todas as mães ensinassem suas filhas e seus filhos a serem como as princesas  e príncipes, ao invés de mostrar novelas ás crianças de 5 anos de idade, botarem roupas de periguetes em meninas de 9 anos e aplaudirem quando meninos aparecem em casa aos 12 anos com "namoradinhas" (toda semana uma diferente).
E que bom seria se toda mãe dissesse todo santo dia às suas filhas:" você é uma princesa e merece um príncipe à sua altura. Portanto se guarde para ele".
E que toda mãe de um menino dissesse ao seu filho homem: "você é um príncipe, portanto seja respeitoso e se guarde para a sua princesa"
Eu realmente acredito que além de evitarmos gravidez na adolescência, homens violentos e desrespeitosos e com absoluta certeza poderíamos ensinar nossos filhos o que é certo e o que é errado.
Para deixar claro, para mim é CERTO ensinar seus filhos a serem princesa e príncipes em suas qualidades e atitudes.
ERRADO é ensinar aos filhos que "a realidade é dura, cruel e fria, portanto pise em tudo e todos para alcançar seus objetivos"
Aliás, só pra encerrar, nas histórias dos contos de fadas somente as bruxas são capazes de tudo para alcançar seus objetivos.

terça-feira, 26 de maio de 2015

SuperNanny

Duvido que haja uma única mãe que nunca pensou em chamar a Super Nanny pra dar aquela ajudazinha pelo menos uma vez na vida.
Sim, eu penso nisso umas cem vezes por dia.

Ter duas filhas saudáveis e perfeitas é uma bênção, claro. E eu agradeço todo santo dia por isso (principalmente quando aparecem nos jornais e redes sociais campanhas de ajuda a crianças doentes), mas não dá pra achar que tudo se resume a ter saúde, né?

Toda mãe quer que o filho seja inteligente, saudável, feliz E obediente (láááá no final da lista)

Só que não acontece assim.Basta você dizer "não" para alguma coisa e pronto. Aquele anjo lindo se transforma numa criatura terrivelmente irritante. A Malu não se joga no chão, nem briga, mas tem aquela mania chata de fingir que chora (fingir meeeeesmo! E cobre o rosto com as mãos pra esconder que não tem uma única lágrima ali).

Enfim, nessas horas eu rezo pra Super Nanny aparecer na minha porta com sua varinha de condão (ou seria a fada madrinha??).

Como ela não vem, eu fui até o site dela (link aqui)  e peguei umas dicas pra não surtar.

Espero que ajude você também.



domingo, 24 de maio de 2015

agitação na hora de dormir

Sempre me gabei da Nina dormir bem.
Desde que chegou da maternidade, minha filha dorme praticamente a noite toda. Ou seja: das 22 às 4 horas da manhã. O que é ótimo pra mim.
Mas de uns dias pra cá ela fica muito agitada na hora de dormir. Como se não quisesse ceder ao sono mais longo, sabe?
De dia não tem drama. Está com  sono, agarra-se a manta e fecha os olhos. Mas de noite...
E mesmo quando dorme o sono não é profundo. Qualquer barulhinho ela abre os olhos e fica aflita no berço.
Pra melhorar a situação, nem eu nem o pai dela conseguimos dormir de verdade, pois nos revezamos às visitas ao quarto das meninas a cada barulho.
Não a tiramos do berço a menos que esteja realmente acontecendo algo, e evitamos ao máximo fazer barulho, mas ficamos ali olhando ela até que se acalme e durma novamente.
e nem adianta me condenar por ir ao quarto das minhas filhas a madrugada toda. eu vou porque simplesmente não consigo virar pro lado e dormir quando ouço uma das duas e acho que as mães que conseguem realmente tem algum problema. me perdoem, mas mãe que não acorda de madrugada ou tem quem faça ou não tem senso de responsabilidade. Afinal foi numa noite assim que a Nina sufocou com catarrinho e só Deus sabe o que aconteceria se não tivéssemos ido lá ver o que estava havendo.
Enfim, discussão pra outro post.
Hoje só quero saber porque meu bebê está pulando da fase "durmo a noite toda" para a fase "acordo a noite toda"..
Alguém sabe?

terça-feira, 19 de maio de 2015

Como fazer meu filho comer bem?

seu filho não gosta de legumes, a há suco de frutas sem graça e só de ver um pontinho verde no prato dá um chilique?
Bem vinda ao meu mundo.
Mas é claro que não dá pra simplesmente  dar biscoito e toddy e viver feliz pra sempre, né?
Li essa reportagem da Revista Crescer e achei interessante  Não serve como um manual de como alimentar de filho bem, mas já é um começo.
Espero que ajude.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Aniversário

Hoje é meu aniversário (EEEEEE!!!!) e nessas horas é tão gostoso ser mãe.
A Nina é muito pequena ainda, mas Malu correu cedinho pra minha cama (fingi que ainda estava dormindo) e me deu um beijo na bochecha e sussurrou "feliz aniversário, mamãe"
Ownnn... eu me derreto.
Maridon fez um café da manhã mais que especial e eu fiquei nessa bolha de amor o dia todo.
Agora a noite fiz minha oração de gratidão, por Deus estar fazendo tanto por mim. Meu marido, minhas filhas, meus pais, minha saúde, meu emprego, meu lar. Tudo é tão perfeito. Deus é perfeito.
Enfim, hoje o dia foi de agradecimento.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Tá nas Redes: Pai rouba carne para alimentar o filho

A notícia que bombou hoje nas redes sociais foi um ato de respeito, de compaixão e de extremo amor por parte de policiais que não apenas pagaram a fiança de um ladrão preso em flagrante, como ainda fizeram vaquinha para fazer supermercado para ele.
A história emocionante de Mário Ferreira Lima foi compartilhada hoje por muitas pessoas, e pode ser acompanhada com mais detalhes aqui.

Segue um trecho da reportagem

"Trata-se de um eletricista desempregado, que sustenta um filho com o benefício que recebe por mês do programa Bolsa Família. Como o dinheiro não havia sido depositado na conta, Mário tentou roubar 2kg de carne de um mercado, mas foi pego pelo dono do estabelecimento, que chamou a polícia"

Mário é beneficiário do Bolsa Família e disse que este mês o dinheiro não foi depositado.
Desespero, fome e medo devem ter sido alguns dos sentimentos que esse pai teve e que o empurrou para que cometesse o crime.
Eu não o condeno.
Qualquer pai ou mãe é capaz de tudo, absolutamente tudo, pela saúde e bem estar dos filhos e essa história só comprova isso.


A gripe, a dengue e a preguiça dos médicos

Desde domingo a Nina está com coriza. fica difícil respirar e como ela ainda não sabe dizer aonde dói, chora.
Ontem fomos ao hospital porque ela estava com 38 de febre. A médica do PS recomendou aquilo que a gente já estava fazendo desde domingo: inalação, alivium ou tylenol se dor ou febre.
E confesso que nessas horas me sobe uma raiva pela garganta.
Se eu estou num hospital é porque não está funcionando o que faço em casa. Talvez eu esteja tratando de algo que ela não tem.
Será que me fiz entender?
Estamos num surto de dengue em São Paulo e eu acho que no mínimo ela deveria ter pedido um exame pra descartar a doença, mas quando eu pedi ela fez aquele olhar de "eu sei mais do que você" e disse pra eu ficar tranquila que era SÓ uma gripe forte.
Pois bem, a Nina está com aparência melhor e já está rindo e brincando, o que demonstra que a dor já passou, mas ela ainda tem picos de febre e eu realmente acho um absurdo que os médicos se neguem a fazer exames específico nos hospitais.
Pra quem paga plano de saúde isso já é um descaso, imagina pra quem depende do SUS!
A dengue está aí com força total e até onde eu sei ela não anda poupando ninguém.
Pelo sim, pelo não, eu sempre penso que é melhor ter certeza.

terça-feira, 12 de maio de 2015

5 meses

Nossa, como passa rápido.
Hoje faz 5 meses que Helena chegou. É tanta alegria, tanto medo, tanto sono, tanta novidade, tanto, tanto amor que não cabem nem numa década, quiçá em menos de meio ano, mas que existe é é tão real que me traz a sensação boa de que eu estou sim contribuindo para um mundo melhor.
E ao mesmo tempo eu sinto uma melancolia, porque em pouco tempo terei que voltar ao trabalho.
Não posso reclamar do meu trabalho; fica a 5 minutos da minha casa e minha chefe me dá liberdade suficiente para levar as meninas pra lá quando eu quiser, mas é meu trabalho, não a minha casa. É diferente.
Em pouco mais de 30 dias (peguei férias) estarei novamente acordando cedo pra levar Malu ao colégio e seguindo pra empresa aonde ficarei esperando ansiosamente a hora do almoço pra voltar pra casa e pegar minha bebezinha... Depois voltar ao trabalho e esperar dar a hora de vir pra casa.
Com o tempo nós duas iremos nos acostumar, mas o começo nunca é fácil, né.