segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Diário de Gravidez

Estou em casa, já de licença médica, apesar de "medicamente" ainda faltarem 3 semanas para o parto. Digo medicamente porque matematicamente completei 9 meses semana passada. A gestação estava indo muito bem, até que eu machuquei o joelho. Não sei se isso desencadeou algum fator psicológico, mas depois daquele episódio as coisas começaram a ficar estranhas. A começar pelos enjôos matinais, que voltaram, passando pelo mal estar constante - que eu atribuo ao calor - e chegando ao seu ápice com o inchaço dos pés e a alteração da pressão arterial.
Eu jamais vou desencorajar uma mulher com mais de 35 a ser mãe (aliás, jamais vou desencorajar a maternidade de uma mulher adulta), até porque a medicina está aí para nos mostrar que o tempo não é nada. Mas se eu pudesse repensar quando ter um segundo filho, eu não teria esperado até os 35.
Hoje estive no obstetra e me pesei e estou com 69 kg, ou seja, desde o dia em que descobri que estava grávida, em 01 de maio até agora já ganhei 11 kg, dos quais os últimos 3 só em novembro. O médico disse que o fator "peso" pode ter sido agravado pelo inchaço, que justifica os pés ENORMES. A notícia ruim é que mesmo após o parto leva-se tempo para perder toda essa água e desinchar.
Confesso que estou cansadona, sonolenta e desejando ficar na cama o dia todo... não é desânimo, porque não vejo a hora de ver minha caçulinha, mas estou mesmo muuuuuito cansada, portanto a licença veio em boa hora.
O parto deve acontecer no dia 12/12 através de cesárea.
Não me julguem. Eu não suportaria passar pelas dores de um parto normal, bem como não acho que poderia, com a pressão alta. Entre defender uma causa e ter paz e tranquilidade na chegada da minha filha, eu fico com a segunda opção.

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