quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Day Spa

O sexto mês de gestação é onde as coisas realmente acontecem... você ganha peso, suas costas doem e suas emoções ficam a flor da pele. Por isso, nada melhor que agendar um day spa, não é mesmo?
Porém... lá vou eu com meus poréns... não é barato e nem sempre é legal.
A maioria dos day spas se concentram nas massagens e banhos e, sinceramente, grávida precisa de mais que isso. A gente quer se cuidar, ficar relaxada e linda. Por isso até agora não encontrei nenhum que me agradasse e valesse meu dindin.

Basicamente eu gostaria de tirar um dia para:
- Hidratar pele e cabelo
- Fazer as unhas
- Massagem relaxante (lógico)
- Banho de ofurô
- Yoga ou Pìlates (sou da turma do pilates rsrs)
- Uma bela, equilibrada e saudável refeição
- Tirar uma soneca

Pronto, seria o dia perfeito!
Só que não. Não tem. Nem adianta procurar.
Aliás, se eu tivesse grana pra investir num negócio seria exatamente nesse: day spa exclusivamente para gestantes a partir do sexto mês.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Dor.

Essa semana completei 22 semanas e comecei a sentir uma dor bem incômoda na região da virilha.
Dói quando ando, quando sento, quando levanto e até quando estou deitada.
Deu uma googlada (eu sei que essa palavra não existe), e descobri que é o corpo trabalhando para o parto. É como se os ossos do quadril/bacia estivessem se afastando para facilitar a passagem do bebê.
Juro por Deus que não me lembro de ter sentido isso na gravidez da Malu.
Fora isso está tudo normal: enjôo matinal, azia pré e pós alimentação, roupas que não servem e resistência em pagar $200 por uma calça que será usada apenas por 8 ou 10 semanas.
E vamo que vamo.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Nomes de bebês

Quando fiquei grávida da Malu não houve quem não soubesse que aquele bebê se chamaria Maria Luisa. E ninguém comentou ou contestou minha escolha, já que Luisa era o nome da minha avó.
Mas agora, com a Nina, sinto que as pessoas não gostaram da escolha.
Nina é o apelido que Malu deu a irmã que irá se chamar Maria Helena.
Oras, eu acho Waldisney e Lorraine feio, mas se é desejo da mãe, quem sou eu para questionar, não é mesmo?
Mas com a Nina tenho que ouvir críticas e piadas: "foi o Manuel Carlos quem escolheu esse nome?"
Não, não foi. Mas nós dois gostamos do nome, da força de seu significado e, por que não dizer, das histórias das Helenas que marcaram a história da humanidade.
As duas mais famosas foram, Helena de Troia e Santa Helena de Constantinopla, ou simplesmente, Santa Helena.
Uma, virou santa.
A outra, virou guerra.
As duas tiveram coragem de dirigir suas vidas num momento em que mulher mal podia opinar.
Elas foram além.
Viveram suas paixões, realizaram suas vontades e são lembradas por isso.
Helena, pra mim, é nome de mulher valente. De mulher determinada.
Minha irmã chegou a dizer que era um nome "esquisito" e eu me pergunto: o que tem de esquisito em se chamar Helena?
Antes de engravidar eu já sabia que, se tivesse outra menina, seria Maria. E ponto final. O que faltava era o complemento, o segundo nome...
Por algum tempo pensamos em Valentina e Clara, mas o nome do seu filho tem que ser mais que o nome da moda. Tem que tocar seu coração porque simplesmente vai acompanhá-lo para toda a vida.
E foi esse o peso maior quando Helena surgiu.
Em alguns dicionários de bebês (e eu li muitos) Helena significa "tocha". Luisa significa "luz".
Eu achei essas definições lindas... combinam. Se completam. Assim como eu quero que minhas meninas sejam: que se completem.
Gosto da minha escolha e estou feliz com isso.
É lógico que esse nome não vai agradar a todos, mas quer saber? Me agrada. E eu, como gestante, me dou ao direito de ser egoísta e não me importar com as vontades, opiniões e palpites alheios.
Carrego dentro de mim uma Helena.
Mais uma mulher guerreira.
Mais uma fonte de luz pra minha vida.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Manchas na pele

Aconteceu na gestação da Malu e a história se repete agora, com a Nina.
Lá vem as manchinhas no rosto, conhecidas como melasma, que não são "a treva", mas incomodam muito. Depois de um tempo elas somem, mas é sempre bom cuidar para que nada de pior aconteça;

Pensando nisso, e muito incomodada com as manchas, fui ver minha dermatologista essa semana, Dra. Karen (Spa Kauai - em SP) e ela passou um produto que eu já havia ouvido falar, mas nunca havia usado. O ácido azelatico, ou simplesmente, o AZELAN.

Segundo encontrei fuçando na internet: "Ele é indicado para acne vulgar, leve e moderada; hiperpigmentação pós-inflamatória; e é uma opção terapêutica para o melasma na gravidez. "

Vamos ás informações básicas do produto:

AZELAN é um ácido, porém pode ser utilizado na gestação. Ele, basicamente serve para combater acnes, mas também atua como clareador. Não se animem, a coisa não funciona da noite para o dia, é todo um tratamento que começa a dar os primeiros resultados depois de dois meses (só estou usando há 2 dias, mas estou animada).

Pode ser usado no rosto e no corpo (para clareamento você pode usar na virilha e axila) ;

E pra coroar os benefícios, ele ainda é usado para prevenir pequenas rugas causadas por fotoenvelhecimento.
Não é demais?

No site Dicas de Mulher eu encontrei essas informações e achei bacana compartilhar:

Como o produto age na pele

Para cada finalidade, o produto age de forma diferente:
Acne: tem ação antibacteriana, inibindo a bactéria que coloniza lesões inflamadas da acne; é comedolítico, ajudando a diminuir os comedões (cravos); tem efeito anti-inflamatório e secativo.
Melasma: é uma opção para o clareamento do melasma e a primeira opção para o tratamento do problema na gravidez.
Hiperpigmentação pós-inflamatória: age na pigmentação através da inibição da enzima tirosinase, que é fundamental no processo da pigmentação e formação do pigmento melanina.
Fotoenvelhecimento: tem pequena ação esfoliante e, por isso não é a primeira opção para rejuvenescimento. Ele é utilizado nessa finalidade quando também há manchas na pele.
Ele pode ser vendido em creme ou gel (minha dermo me recomendou creme) e o preço varia um pouco, entre 40 e 50 reais, mas encontrei na Ultrafarma por R$43,41 e na Netfarma por R$43,33;

Nunca, jamais usem medicamento sem prescrição médica, ainda mais se você estiver gravidinha.
Sempre vale a pena consultar um dermatologista.

Bjs.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Carrinhos de bebê

Gente, olha isso:
Fui apresentada a essa gracinha no último domingo, enquanto passeava pelo shopping.
Me apaixonei!

Vamos a descrição do fabricante:

Tecnologia, design e funcionalidade aliados em um único produto. O carrinho Elea Bébé Confort possui dois tipos de fechamento (para o dia a dia e para guardar), assento reversível e reclinável tipo berço com estrutura rígida e interior amplo e super confortável.  Inclui capota, adaptador para a sombrinha Parasol, trava de movimento de rodas ao alcance das mãos, freios centralizados eamplo cesto de conveniência. Rodas largas com suspensão. Travel System moduloclip?com cores coordenadas com o Moisés Windoo Plus e o bebê conforto Streety.fixBébé Confort. Tudo para facilitar o dia a dia de pais e filhos, do nascimento aos 3,5 anos de idade.

Aqui tem mais informações e fotos.

Claro que eu fiz um test-drive na loja e achei perfeito... a não ser por um ou dois percalços.
O primeiro deles (e fator determinante) é o preço.
Essa belezinha não sai por menos de 1500,00 (eu procurei no Bondfaro). Isso é muuuuuito dinheiro pra um único carrinho. E, a segunda coisa, esse preço não inclui o bebê conforto (item de segurança essencial pra sair da maternidade com seu filho nos braços se você voltar de carro pra casa)

Então... acho que não vai ser o eleito.
Mas continuamos a saga em busca do carrinho perfeito. Assim que encontrar outro eu posto aqui.

Bj,

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O que não comer durante a fase de amamentação

Malu teve muitas cólicas, muitas mesmo! Era desesperador ver minha filha chorando, com dores. Daí vinham os conselhos: funchicória, chá, massagem, banho morno, dormir deitada sobre a minha barriga... fizemos tudo, absolutamente tudo, mas infelizmente nada resolvida.
Eu amamentei super pouco, só por 2 meses e em seguida ela começou a tomar a tal fórmula (Aptamil) até quase 2 anos de idade...
Dessa vez quero fazer tudo diferente. Eu quero amamentar a Nina, quando nascer e, pelo menos até 6 meses (quando volto ao trabalho) e não quero que ela tome nenhuma fórmula, nem nada dessas coisas industriais.
Já estou me preparando desde o começo da gestação, mas sei que a alimentação vai ter que ser absolutamente controlada depois do nascimento da minha filha.
Por isso sempre leio essas matérias e quero compartilhar com vocês.

http://bebe.abril.com.br/materia/alimentacao-e-amamentacao-o-que-comer-e-o-que-evitar

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Dica para lidar com o sono dos bebês

Vi essa reportagem na Folha e achei super interessante, por isso vou reproduzir aqui as dicas de Mariana Zanotto Alves, doula (de parto e pós-parto), coach life e nanny;

VEJA ABAIXO MITOS E DICAS DE MARIANA SOBRE O SONO DOS BEBÊS

MITO: Deixar o bebê acordado por mais tempo para ele dormir até mais tarde. “Isso só irrita o bebê, que produz mais hormônio da atenção para ficar acordado e fica mais difícil acalmá-lo depois.”

MITO: Achar que o bebê tem que seguir desde cedo o ritmo da família e dormir em qualquer horário e lugar.

MITO: Esperar que o bebê acorde tarde para os pais dormirem mais. “Bebês costumam acordar entre 5h e 7h. O bebê que acorda às 5h, vai acordar nesse horário mesmo que durma às 17h, 22h ou meia-noite. O bebê deve primeiro aprender a dormir a noite toda para depois ser treinado a acordar mais tarde”

Dica: Bebês que acordam às 7h devem ir dormir às 19h. “Como ele vai acordar nesse horário mesmo deitando tarde, é melhor colocá-lo para dormir mais cedo. Assim ele vai sendo treinado para ter uma noite inteira de sono.”

Dica: Se o bebê que costuma acordar às 7h atrasar o horário, o pai deve acordá-lo. “É preciso seguir a rotina dele.”

Dica: O bebê deve tirar sonecas durante o dia (cuja quantidade e duração variam de acordo com a idade).

Dica: As sonecas não devem durar mais de duas horas (contando o tempo que levou para fazê-lo dormir) e não devem ser tiradas depois das 16h. “A soneca é um treinamento para a criança dormir à noite. É um momento para descansar. Crianças que não dormem ficam cansadas.”

MITO: Sonecas diurnas devem acabar a partir do 3° ano. “As sonecas podem ser mantidas até o 7° ano.”

Então é isso.
Bons sonhos pra todas nós!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Montanha-russa de emoções...

Todo mundo sabe que durante a gravidez os hormônios dão voltas de deixar qualquer um louco... pois é, depois de entrar na vigésima semana eu entrei numa montanha-russa... e não tá legal.
Ora estou feliz que nem pinto no lixo, em seguida entro numas de chorar com música romântica e cena de novela.
Especialmente hoje estou deprimida... tive uma discussão imbecil no trabalho e levantei a voz... depois fiquei arrasada por isso, mas não pedi desculpas porque, apesar de ter elevado o tom, meus motivos eram válidos.
Enfim, no fim do dia fico enlouquecida com o que a Nina pode estar sentindo quando eu fico desse jeito.
Pra piorar, fucei na internet sobre estresse na gestação e encontrei muita (muuuuita) coisa.
Resolvi colar uns links aqui pra quem quiser ter uma ideia:

http://bebe.abril.com.br/materia/depressao-na-gravidez

http://www.terapeutadebebes.com.br/2010/04/mmamae-estressada-pode-estressar-seu.html

http://www.abcdagravidez.com.br/2013/10/o-que-o-bebe-sente-dentro-da-barriga-da.html

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Carrinho de bebê

Tem coisa mais confusa do que um carrinho de bebê?
Sério, são tantas funções, opções, ofertas que você simplesmente confunde tudo, fica em dúvida e, quase sempre, compra um que acaba te decepcionando.

Quando Malu nasceu nós compramos um da Galzerano Travel System. Foi caro. E era quase perfeito, não fosse pela função "reversível" ser um horror. As rodas traseiras eram fixas e quando você virava o "braço" do carrinho para deixar o bebê olhando para você elas perdiam a função de 360° e você simplesmente não conseguia fazer curvas com ele. Ou seja, para o bebê ficar de frente para a mãe, só com o carrinho parado.
Ficamos com esse modelo menos de 6 meses e vendemos para comprar um modelo guarda-chuva. Esse, sem função reversível, porém muito mais leve e fácil de abrir e fechar.

Agora, a espera da Nina, lá vou eu denovo fuçar a internet para escolher o carrinho perfeito.
O problema é que minhas exigências aumentaram nos últimos cinco anos e, com elas, o preço do dito-cujo.

Ainda não vou postar sobre carrinhos, só vou escrever sobre o que eu quero de um carrinho, então vamos lá:

- Assento reversível : desse modo posso virar o bebê para mim, sem perder as funções das rodas.
- Modo moisés: não quero um carrinho cuja base possa ser utilizada com moisés, até porque não tenho espaço em casa para tantas coisas. Tem que ser um carrinho cujo assento se transforme em um moisés para eu colocar a Nina recém nascida com maior proteção.
- Quatro rodas: aí vem o X da questão. Os carrinhos que encontrei que tem assento reversível e viram moisés só tem 3 rodas... acontece que tenho verdadeiro PAVOR desse tipo de carrinho, porque não vejo estabilidade alguma nesse formato.
- Leve e fácil de abrir e fechar. Até porque nenhuma mãe quer se estressar quando sair com o bebê para dar um passeio, né?
- Bonito: lógico! Não adianta ser maravilhoso e parecer um tanque de guerra. Tem que ser bonito, delicado e moderno.
- Tem que ter no Brasil: até porque comprar no exterior pode ser barato, mas pagar o imposto aqui é uma facada e ninguém quer gastar mais que o necessário em qualquer aquisição, né?

Então é isso... no próximo post eu coloco os modelos que mais de agradam e faço uma pequena avaliação.

Bj e até lá.


quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Coisa de grávida

Quando a gente fica grávida a primeira vez, vem um monte de dúvidas, medos, um certo desespero tanto pela gestação quanto a chegada de um novo membro da família. Afinal, é como todo mundo diz: a vida nunca mais será a mesma.
E não é. Muda ainda dentro da barriga e muda totalmente.
Na gestação da Malu eu fiquei muito mal, praticamente doente (apesar de dizerem que gravidez não é doença, eu sofri tudo que você possa imaginar) e vivia mais no hospital do que em casa.
Além dos 9 meses de sofrimento, na hora do parto passei mal e acabei na UTI.
Resultado: fui a última pessoa da família a conhecer minha filha.
Agora é diferente, apesar dos enjoos ultrapassarem a linha do primeiro trimestre, eu me sinto muito bem e mais disposta que na primeira vez. Mas os medos e dúvidas são exatamente os mesmos da primeira vez.
Não adianta, toda mãe passa por isso. Porque esse é o primeiro momento da vida dos nossos filhos em que sentimos na pele que não dá pra controlar. E é onde a gente aprende que, o que não dá pra controlar, a gente pede a Deus que cuide.
Enfim, estou me preparando para o morfológico de 20 semanas. Sei que está tudo bem com minha Nina, sei que ela é linda a perfeita, mas sabe... sou mãe. E peço à Deus para cuidar da minha gestação, desse bebê dentro de mim e da minha Malu, que é meu grande primeiro amor.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Sobre azia e outras coisas

Primeiro vem os enjoos matinais (ás vezes não são apenas matinais) e depois você sente dores de cabeça e inchaço nos pés e lá pela vigésima semana ela aparece: a azia.
Sim, as primeiras impressões da maternidade são incômodas, mas também são incríveis. Porque é nesse período que você pode sentir seu bebê mexer.
E é bom demais!!

Aproveite para cantar para seu bebê a música de vocês dois.
Eu tenho a trilha sonora da Malu: Yellow, do Coldplay.
Para Nina eu ainda estou escolhendo, mas canto de tudo. De Paula Fernandez a AC/DC nós estamos experimentando nossas canções.

Ser mãe é algo que vem do coração, não do ventre.
Então seja mãe ainda que não possa ver ou pegar seu bebê no colo.
Seja presente na vida dele, através de carinhos na barriga, canções de ninar, conversas no trânsito... deixe seu bebê perceber que é parte de sua vida. Tenho certeza de que ele vai dar um jeito de te mostrar que você também é parte da vida dele.