sexta-feira, 25 de julho de 2014

O parto

Mas, Mariana, não é muito cedo pra falar de parto??
Sim, é cedo. Mas tive uma conversa hoje com uma amiga que está com 38 semanas de gestação e resolvi postar alguma coisa a respeito.
Vou começar dizendo que não sou defensora de nenhum tipo de parto. Acho até que já falei isso aqui, mas estou reforçando minha opinião. Eu defendo que mãe e filho fiquem bem, durante e depois do procedimento.
Infelizmente algumas pessoas simplesmente cismam com a forma de parir e não com o resultado em si.
Já vi mulher levantando bandeira pelo parto normal/vaginal inclusive acusando a mãe que faz cesárea de não ser mãe. Já ouvi mulheres defendendo a cesárea como forma inteligente e moderna de pôr um filho no mundo. E pra dizer a verdade nunca compreendi nenhuma das duas.
E eu aprendi com minha primeira gestação que o importante é o bebê.
Essa semana nasceu o filho de um colega de trabalho. A mulher queria porque queria parto normal e não aceitou os conselhos médicos, mesmo depois de 42 semanas. Resultado: o bebê comeu mecônio, teve problemas pulmonares e está na UTI.
Isso pra mim, definitivamente, não é normal.
O que eu quero, o que eu penso, o que eu sonho vem em segundo plano.
Se minha filha decidir nascer de parto natural/normal/vaginal, ela virá e será o dia mais feliz da minha vida.
Mas não vou bater o pezinho e fazer birra se algo acontecer e eu tiver que fazer uma cirurgia.
Sério, não vou morrer de culpa, não vou achar que a anestesia vai deixar meu bebê letárgico, nem vou ficar chorando pelos cantos me sentindo a pior das mães porque meu bebê não passou pela minha vagina.
Enfim, me critiquem, eu não ligo. Minha opinião é essa.

sábado, 19 de julho de 2014

Por banheiros familiares e trocadores nos banheiros masculinos

Sabe aquela sensação desagradável quando você vê um homem entrar no banheiro masculino acompanhado de uma menininha? Não é só sua, mas dele também. E sabe por que ele faz isso? Porque é pai de menina e quando menina pede pra fazer xixi não dá pra mandar ela baixar a calça e colocar o pipi de fora.
Ok, parece exagerado, mas se não colocar a situação de forma exagerada, ninguém entende!!
Meu marido passa por esse drama há 5 anos.
Toda vez que sai sozinho com a Malu e ela pede pra ir ao banheiro ele entra numa busca desesperada por um banheiro familiar, onde ele possa acompanhá-la. Alguns estabelecimentos grandes, shoppings ou supermercados em São Paulo até tem, mas sabemos que isso não é comum em outras cidades. E nem sempre ele está perto de um shopping ou supermercado. Ultimamente ele montou um esquema de segurança. Fica parado na porta do banheiro esperando, mas isso porque ela tem 5 anos. Quando mais nova o drama era maior, porque não dá pra deixar uma menina de 2, 3 anos entrar no banheiro sozinha e muito menos pedir a ajuda de uma pessoa estranha. Afinal, não está escrito na testa de ninguém se a pessoa é boa ou má.
E tem aquele caso do cartunista Laerte, que agora se veste de mulher e usa banheiro feminino em restaurantes (melhor nem comentar). Oras, minha filha então pode entrar no banheiro feminino com Laerte, mas não pode com o próprio pai???
Enfim, hoje eu conheci através do site da revista Crescer um pai, blogueiro que também sofre desse drama. Sim, para nós é um drama!!! E ele lançou uma campanha por mais banheiros familiares ou trocadores nos banheiros masculinos. E como mãe de duas meninas eu estou aqui apoiando a ideia e participando da campanha!
Campanha do Janela Laranja para mais banheiros familiares e trocadores de fraldas nos banheiros masculinos
Clica lá, conheça o site, o autor, a campanha. E divirta-se com um blog cheio de dicas bacanas para papais e filhinhos... A janela laranja

terça-feira, 15 de julho de 2014

17 semanas

Depois de passar muito perregue, agora a coisa virou de vez.
Não sinto absolutamente nada.
Nada.
Na verdade isso me deixa absurdamente preocupada, porque eu não me sinto grávida.
Engordei 4 quilos, mas não estou com barriguinha de grávida, apesar de estar com quase 5 meses.
Estou é gordinha mesmo. Com duas dobras na barriga, uma em cima e outra embaixo do umbigo que demostram que a mamãe aqui precisa urgentemente de dieta.
Não sinto o bebê mexer (até porque é cedo demais), não enjoo mais (o que é relativamente bom), nem sinto mais dores (o que é excelente), mas isso tudo é tão preocupante e surreal que tenho medo, ás vezes, de ter uma surpresa ruim... enfim....

Mas vamos ás boas notícias.
Fiz um ultrassom com 16 semanas e 1 dia e descobrimos que estamos esperando outra menininha!!!
EEEEEE!!!
Uma irmãzinha pra Malu.
E vamos dar a ela o nome de Helena.

Aliás, a próxima consulta é só com 20 semanas, quando, provavelmente o médico vai pedir o novo ultrassom morfológico.

Enquanto isso, estou curtindo as férias - dormindo e comendo (ai, Jesus, por isso estou ganhando peso!!)
Mas vou controlar minha boca. Resolvi fazer um dietazinha essa semana, cortar pães e massas - nada radical, afinal estou grávida. Mas dar uma enxugada no cardápio não vai matar ninguém.
Meu intuito é perder 2kg e ver se a gordura abdominal some e dá lugar à barriguinha de grávida.

Até logo.

PS: a Copa do mundo terminou no domingo e a Alemanha foi campeã em cima da Argentina. O Brasil perdeu o terceiro lugar para a Holanda no sábado, somando 10 gols tomados em 2 jogos. Uma vergonha.