sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ano novo... denovo.

Ah, o ano novo!
Esperanças renovadas, abraços apertados, comida desperdiçada... e fogos.
Eu até acho bonitinhos, na televisão. E sem som, por favor. Mas ao vivo é o inferno na terra.
Primeiro a coisa não é toda feita de luzes... tem aqueles pipocos malditos que só servem pra fazer barulho, fora os rojões que parece que vão derrubar a casa.
Depois tem o cheiro... Jesus, cheiro de pólvora misturado com bafo de pinga dos festeiros de praia ninguém merece.
E tem as crianças, que choram, desesperadas, porque não compreender todo aquele alvoroço.
E no meio disso tudo tem gente que consegue sorrir, se abraçar, desejar um ano novo cheio de maravilhas.
Eu adoro ano novo, de verdade, mas vamos combinar que fogos de artifício ficam bem mais bonitos lá na China, em Sidney, pelo JN. Na porta de casa é um pouco... bem, fica muito parecido com a faixa de Gaza, pra dizer a verdade.

Mas tirando os fogos de artifício, o ano novo é um momento lindo entre o que somos e o que seremos. Onde o seu eu encontra o seu eu do ano novo. Você faz promessas que realmente deseja cumprir, mesmo que sejam sempre as mesmas.
E tem as férias!
Ano novo tem que ter férias.
É como a cereja do bolo...
E, claro, eu vou ter as minhas a partir de segunda. Só falta escolher o destino!



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