sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Atualizando...

nossa, faz um tempinho, hein?
Vamos nos atualizar: saí de férias em janeiro, fui pra Florianópolis com Maridon e Filhoquita, foi lindo demais, mas engordei 3 quilos (ARGHT!)
Voltei pro trabalho e sofri uma pequena queda que feriu meu dedo indicador... tive um pequeno estiramento, tive que imobilizar e fiquei mais 1 semana de molho.
Enfim, voltemos aos 3 quilos... antes do natal eu queria emagrecer 6 quilos nas férias (loooooouca de pedra, querer emagrecer nas férias), mas eu tinha certeza de que só poderia fazer a tal dieta Dukan estando em casa (já que no trabalho mal da tempo de tomar água)
Masssssss.... natal, peru, salpicão, ano novo, e naufragou e ainda ganhei 3 quilinhos...

Segunda estarei devolta ao trabalho e vou procurar um personal lá do clube pra me ajudar... claro que o foco não é só emagrecer, mas cuidar da coluna, que com a queda que sofri o medinho voltou. Afinal, coluna é o que nos mantém de pé e eu tenho uma pequenina pra criar, né?

Estou escrevendo tudo isso porque tive uma ideia e quero pôr em prática: colocar aqui meus treinos, minha dieta (vou chamar de dieta, mas na verdade é uma reeducação alimentar) e minha evolução, frustração, aprendizado... enfim. Afinal, esse blog nasceu com o intuito de dividir com vocês meus treinos (antes solitários), então nada mais natural que evoluir para uma R.A.

Me acompanham?

Então, vamo que vamo!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Método Super Nanny...

Estava zapeando e uma coisa me chamou a atenção. Era SuperNanny dizendo que, a partr de 1 ano e meio a criança está pronta para deixar as fraldas e usar o vaso sanitário.
E, de repente, uma série de imagens veio a minha mente.
Com 1 ano e meio eu era um bebê. E acho que, trinta anos depois, uma criança de 1 ano e meio AINDA é um bebê. E como um bebê pode ter capacidade de abandonar as fraldas e usar vaso sanitário (no caso, peniquinho, pois nem alcança o vaso).
Acho absurdo que os pais sigam esses ensinamentos, e acho até que beira a preguiça esse tipo de conduta.
Preguiça sim, de trocar fraldas, porque não é normal ao filho de 1 ano e meio usar calcinha ou cueca e ir ao banheiro. Mas é cômodo aos pais que ele não use fraldas.
Daí me vem outra questão... se com 1 ano e meio a criança está pronta pra usar o vaso sanitário, qual o problema de uma menina de 13 anos se sentir preparada para transar? Pra mim é uma coisa leva naturalmente a outra. Bom, mas se a menina aos 13 se sente adulta o bastante pra transar ela pode engravidar. Porém se engravidar, a responsabilidade sobre a criação daquele novo bebê é de quem? Ora, dos pais da menina, claro. Pois, pela legislação, aos 13 ela não tem idade para trabalhar ou morar sozinha, portanto os pais que não queriam limpar o bumbum do bebê quando tinha 1 ano e meio, agora têm que trabalhar para sustentar o neto!
O que eu quero dizer é que a sociedade está obrigando as crianças a crescerem rápido demais porque tem preguiça de cuidar dos filhos pequenos, portanto, quanto antes eles se tornarem independentes, mais cedo os pais se livram desse peso. Mas ninguém quer que a filha aos 13 seja mãe, não é mesmo?
Aos 13 eu ainda brincava de bonecas. Aos 15 tive festa de debutante com direito a vestido de princesa e valsa. Aos 17 dei meu primeiro beijo (e nem era de língua). Aos 18 tive meu primeiro namorado. E acho que foi tudo muito bom, no momento certo, com a cabeça certa. Não fui rebelde, não dei trabalho aos meus pais, nunca fumei, me droguei, caí na gandaia. Fui a primeira aluna da turma, A mais nova da faculdade. Me orgulho de tudo isso. Se eu acho que perdi alguma coisa porque não frequentei baladas? Não, eu não acho. E mesmo adulta, antes da Malu nascer, nunca desejei ir nesses lugares cheios de gente, com pouca luz e música ensurdecedora. E acho sim, que uma infância sadia faz um adulto sadio.
Minha filha tem 4 anos. Eu a chamo de meu bebê e sento no chão para brincar de chá da tarde ou Doutora Brinquedos com ela. De vez em quando o xixi escapa na calcinha. Eu não dou bronca. Vou com ela ao banheiro, a limpo e troco por uma calcinha nova. Acho bom que ela entenda que eu não tenho pressa de que ela cresça, e nem que está errado ser criança, deixar o xixi escapar ou brincar de bonecas.
Ser criança não é errado. Não é feio. Não há necessidade de apressar as coisas.
Se todos os pais deixassem seus filhos serem crianças, como eles foram um dia, talvez a adolescência não fosse um problema tão grande, como é hoje em dia.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

As coisas mais lindas.

Última semana de férias.
Acho que essa última semaninha é sempre necessária pra gente "descansar das férias", porque, vamos combinar, viajar é bom demais, mas cansa muito. Ainda mais quando viajamos com crianças.
Elas são diferentes, curtem coisas diferentes, querem coisas diferentes e ao mesmo tempo, só querem se divertir.
E isso é ótimo do ponto de vista maternal.
Mas não é exatamente relaxante... por exemplo, criança e mar não é exatamente uma combinação que me faça deitar na areia e ler um romance... então as férias de uma mãe é sempre assim: um olho no peixe, outro no gato.
É uma das coisas mais lindas que se pode apreciar na vida.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Ainda de férias, mas não tão feliz.

Eu sempre fui elétrica (era o termo usado antes de inventarem o hiperativo) e se não estiver fazendo pelo menis três coisas, simplesmente não sou eu.
E estou de ferias. Na praia.  Feliz da vida igual pinto no lixo. E olhando os emails,  Facebook,  blogs... esse cara sou eu.
E nessas minhas andanças pela net vi que um amigo publicou um novo poema. Claro que curti.  Curto tudo o que ele escrevê desde 2002. Vídeos,  poemas, livros,  fotos. .. sou apaixonada pelo trabalho e talento dele. E fui lá,  toda feliz dizer que estava com saudades dos textos,  já que ele não escrevia há um tempo.  E horas depois o comentário "sumiu".
Será?
Porque eu simplesmente não consigo acreditar que dentre todas as pessoas que comentaram, o Facebook escolheu justo o meu pra excluir.
E nem é a primeira vez que isso acontece,  então nesse momento, ao invés de curtir uma bela noite na praia, estou aqui me corroendo de tristeza,  dúvidas e mágoa.
Será que ele apagou mesmo meus comentários?
E por que faria isso?
To triste. .. muito triste.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Férias lindas

Janeiro.
Durante séculos eu e evitei férias em janeiro por um único motivo: o custo.
Férias no verão é uma delícia,  eu amo, mss vamos combinar que praia em agosto ou setembro custa metade do valor de janeiro,  e hoje em dia - com esse tempo doido- nem dá pra considerar que verão é quente,  inverno é frio... ou seja tirar férias no verão sai caro e não tem garantia de sol todo dia.
Masssss... virei mãe. E parece que vira uma obrigação tirar férias em janeiro (afinal seu filho está de férias pulando do sofá pra mesa de jantar enquanto assiste pela milionésima vez o mesmo desenho e daí minha amiga, bate um desespero que só saindo de casa pra acalmar)
E eis que, pela primeira vez em décadas eu tiro férias em janeiro.
E vim relaxar aqui: em Florianópolis.

Lugar lindo.  Verdadeiro paraíso.  Presente de Deus.
Nunca me senti tão leve.
Acho que não volto pra São Paulo nunca mais! Kk

domingo, 5 de janeiro de 2014

O tema é: Esteatose hepática

Então, depois da comilança vem a ressaca. E não apenas das bebidinhas a mais, mas também do excesso de gorduras e açúcares que colocamos dentro de nós.
As delicias que nos convidam a prová-las não são simples docinhos ou salgadinhos... são verdadeiros perigos para seu organismo.
Eu sei que parece exagero, mas com o tempo, sem notarmos, nosso organismo vai ficando... digamos, cheio daquilo que comemos e bebemos... e o órgão que mais sofre com nossos excessos é o fígado.
Essa coisinha fofa  é responsável pela nossa digestão e é o segundo maior órgão do corpo humano.

Todo mundo sabe que o fígado é capaz de se regenerar (Graças a Deus), mas nem  por isso podemos comer e beber tudo que aparece na nossa frente.
Prova disso é que o fígado também fica doente e aí a coisa fica feia pra nós.

No meu caso, específico, tenho Esteatose Hepática, que trocando em miúdos é o mesmo que ter gordura no fígado.

E é grave, doutora?
Ah... vamos aos fatos: O fígado se regenera, então com algumas trocas simples o quadro se reverte e você volta ao status quo. Porém, você pode criar um "efeito sanfona" a medida que não se cuida direito, ou seja, do mesmo modo que se a gente comer demais, engorda, o fígado também engorda (to sendo bem simplista, tá?)
Mas o importante aqui é manter uma alimentação balanceada, procure fazer um detox caso você tenha exagerado no dia anterior, dê preferência a sucos e folhas verdes escuras e tente (tente!!!) evitar comidas gordurosas ou açucaradas durante alguns dias.

Ah, e não é só gordo ou alcoólatra que desenvolve doença no fígado, então não seja bobo de achar que "com você isso não vai acontecer". Eu bebo pouquíssimo e peso 57kg e, voilá!

Mantenha esse pensamento: se cuidar é sempre mais fácil que se tratar.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Ano novo... denovo.

Ah, o ano novo!
Esperanças renovadas, abraços apertados, comida desperdiçada... e fogos.
Eu até acho bonitinhos, na televisão. E sem som, por favor. Mas ao vivo é o inferno na terra.
Primeiro a coisa não é toda feita de luzes... tem aqueles pipocos malditos que só servem pra fazer barulho, fora os rojões que parece que vão derrubar a casa.
Depois tem o cheiro... Jesus, cheiro de pólvora misturado com bafo de pinga dos festeiros de praia ninguém merece.
E tem as crianças, que choram, desesperadas, porque não compreender todo aquele alvoroço.
E no meio disso tudo tem gente que consegue sorrir, se abraçar, desejar um ano novo cheio de maravilhas.
Eu adoro ano novo, de verdade, mas vamos combinar que fogos de artifício ficam bem mais bonitos lá na China, em Sidney, pelo JN. Na porta de casa é um pouco... bem, fica muito parecido com a faixa de Gaza, pra dizer a verdade.

Mas tirando os fogos de artifício, o ano novo é um momento lindo entre o que somos e o que seremos. Onde o seu eu encontra o seu eu do ano novo. Você faz promessas que realmente deseja cumprir, mesmo que sejam sempre as mesmas.
E tem as férias!
Ano novo tem que ter férias.
É como a cereja do bolo...
E, claro, eu vou ter as minhas a partir de segunda. Só falta escolher o destino!